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Eu amo montanhas

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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

We do need Education

When knowledge and education reach you, you have a whole new world of opportunities to be free, happy and healthy.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Pedra Riscada em Cristina - MG

A Pedra Riscada em Cristina - MG é um dos lugares mais espetaculares que existem no Sul de Minas Gerais. A subida até o topo da Pedra Riscada se faz pelo bairro da Paciência. Há dois caminhos para se chegar até o bairro da Paciência. Pela estrada de Maria da Fé-Cristina ainda no alto da serra, pode-se entrar à direita em direção à estrada do bairro Beleza. Seguindo sempre em frente chega-se ao bairro Paciência por estrada de terra (com alguns trechos com muitas pedras soltas).
O outro caminho é seguir em direção à Cristina e quando estiver quase chegando naquela cidade, vire à direita e suba até quase o bairro Paciência (estrada bem mais complicada para subir).

A Pedra Riscada tem 1.953 m de altitude (medido pelo GPS). De lá é possível avistar as cidades de Cristina, Maria da Fé, Carmo de Minas, São Lourenço e Itajubá, além do visual impressionante da Pedra Branca, Pico da Bandeira, Pico dos Marins e as várias montanhas do Sul de Minas.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Inflação x Salários

Segundo os agentes econômicos, a expectativa de inflação no Brasil para o ano de 2015 é de 7% ao ano. Com a inflação muito acima da meta do Banco Central (4,5% ao ano). Os salários perdem feio. Um governo que de fato se preocupe com o povo, jamais deixa a inflação chegar a níveis tão elevados.

Se houvesse uma corrida de 100 m rasos entre o multicampeão Usain Bolt e um bebê de 7 meses que acabou de aprender a engatinhar, não há dúvida de quem venceria a prova. Pois é, a inflação é o campeão e o seu salário é o bebê.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O Brasil e o ciclo de autossabotagem

O Brasil e o ciclo de autossabotagem
Vinícius Montgomery de Miranda
                                                                                                             
O psicanalista norte-americano Stanley Rosner, co-autor do livro O ciclo da Autossabotagem, afirma que todos os seres humanos têm padrões de repetição, que embora irracionais, ocorrem sem grandes consequências. Entretanto, existem repetições que podem levar à destruição da própria vida, além de comprometer a vida alheia. Essa psicopatologia pode ocorrer no relacionamento entre pais e filhos, entre cônjuges e no ambiente de trabalho. O livro de Rosner relata histórias de pacientes que tiveram parte importante de suas vidas desperdiçadas pela insistência em agir em ciclos negativos que sabotam toda possibilidade de alcançar a felicidade. O grande problema de quem está preso no ciclo da autossabotagem é não perceber a realidade. Nesse caso, o indivíduo prefere acreditar que a insatisfação sentida ao não conseguir realizar seus planos é fruto de fatores externos. Essa negação da realidade o faz seguir em frente, sempre sofrendo.
O Brasil e muitos países da América Latina parecem presos em um ciclo de autossabotagem. Não conseguem transformar suas imensas riquezas naturais em qualidade de vida para a sua população. Preferem culpar a “exploração” dos Estados Unidos ou dos países ricos a enfrentar suas mazelas com coragem. Senão, como explicar que um país campeão de produtividade no campo, deixe de exportar seus produtos por falta de infraestrutura adequada? Por que as invasões de lavouras produtivas praticadas pelo MST recebem apoio, se essas lavouras geram empregos, renda e exportações para o país? Por que, apesar do futebol vistoso praticado nos gramados país afora, os campeonatos mais ricos estão na Europa, para onde os talentos brasileiros se mudam ainda muito jovens? Por que apesar do discurso de que é preciso valorizar a educação, as práticas de avaliação do desempenho do professor e meritocracia na definição dos seus salários, consagradas em todo mundo, é veementemente repelidas pelos sindicatos da categoria? As respostas para essas e muitas outras contradições presenciadas no dia a dia do brasileiro encontram explicação no ciclo de autossabotagem.
Na transposição do Rio São Francisco, por exemplo, desde 2007 foram investidos R$ 8,2 bilhões, sem que a obra fosse concluída. Há erros no projeto e na execução da obra. Parte do leito do canal construído já apresenta rachaduras que exigirão mais investimentos para a correção do problema. Na Ferrovia Norte-Sul, outra importante obra de infraestrutura que seria capaz de baratear a exportação de soja e outras commodities, foram investidos, desde 1988, R$ 5,1 bilhões. Se concluída, essa ferrovia tornaria os produtos agrícolas do Brasil imbatíveis na competição internacional. Porém, 26 anos após o início da obra, a ferrovia não transportou sequer um carregamento de soja, mas já apresenta problemas nos trilhos e nos taludes em função da ação do tempo. Novamente há erros de projeto e execução. Esses são apenas dois exemplos em meio a centenas de obras inacabadas, mal projetadas, ou que apresentam desvio de recursos e superfaturamento. O Brasil parece ter prazer em desperdiçar oportunidades de se tornar um país desenvolvido.
Na economia, o ciclo virtuoso que aumenta a produção e gera riqueza depende do aumento de produtividade e dos investimentos. Sem uma infraestrutura adequada de produção e de logística para escoar produtos com rapidez e baixo custo, não é possível aumentar a produtividade. Então, os custos se elevam e os lucros são corroídos pelo desperdício de tempo e de energia. As obras de infraestrutura que poderiam aumentar a produtividade da economia do país não saem do papel ou são mal geridas. Há que se perguntar então, como os demais países conseguiram resolver essa questão? A China, por exemplo, país de dimensões continentais comparáveis ao Brasil, apostou na parceria com a iniciativa privada para modernizar sua infraestrutura. Aqui o governo insiste em acreditar em um modelo econômico ultrapassado no qual é o Estado quem deve controlar o funcionamento da economia. Nem a China comunista acredita mais nesse modelo.
Há no Brasil uma iniciativa privada com capacidade técnica e avidez por fazer investimentos nos setores de ferrovia, rodovia, portos, aeroportos, saneamento básico e todo tipo de infraestrutura. Se esses investimentos ocorressem, o país daria um salto gigantesco em direção a realização de seu potencial. Milhares de novos empregos seriam gerados, o conhecimento técnico da construção de grandes obras seria transmitido para as futuras gerações, o custo logístico do país seria reduzido e o produto brasileiro se tornaria mais competitivo disparando investimentos em outros setores da economia. O aumento da produção contribuiria ainda para elevar a oferta de produtos e serviços, corrigindo o desequilíbrio atual entre a oferta e a demanda agregada. Os preços se tornariam mais acessíveis, reduzindo a inflação. A população de baixa renda seria a maior beneficiada com o aumento de seu poder de compra e as inúmeras oportunidades de trabalho nas obras de infraestrutura. Daí sim, haveria uma distribuição de renda mais equilibrada e menor dependência da assistência estatal.

As soluções para os grandes problemas da economia do país, portanto, existem. Há competência suficiente para transformar o Brasil no país dos nossos sonhos. É necessário, porém, quebrar esse ciclo de autossabotagem. Para tanto, é preciso reconhecer que a cultura do jeitinho, do improviso e da malandragem, ao contrário do senso comum, não é uma vantagem. Existe uma ciência econômica e uma ciência administrativa que precisam ser valorizadas e colocadas em prática, mesmo que isso contrarie interesses. A história mundial ensina que não se constrói uma grande civilização cerceando a liberdade de pensamento e de criação dos seus cidadãos, em benefício do controle estatal exercido por governantes iluminados, que apresentem solução para todos os males do país. Nos países onde a qualidade de vida é superior, as liberdades individuais são respeitadas. A ciência e o saber são valorizados. Os governantes são democraticamente escolhidos e sua autoridade tem limites impostos pela lei. Nesse caso, não se admite governantes despreparados e com supostos poderes messiânicos para resolver os problemas da sociedade. A história contará quantas gerações o Brasil ainda levará para atingir o estágio de desenvolvimento que merece. Quem viver, verá.

domingo, 3 de agosto de 2014

Estrada rural entre Itajubá e Marmelópolis

Um caminho bastante interessante para quem gosta de estradas rurais é subir o Rio Lourenço Velho de Itajubá para Marmelópolis. São 50 km entre as duas cidades. Começando por Itajubá, deve-se seguir em direção à Maria da Fé, até a ponto do Ano Bom. Ali começa a estrada de terra, subindo a margem esquerda do Rio. Passa-se pela Cachoeira do Ano Bom e pelo Usina Luiz Dias (15 km de Itajubá) até chegar ao Bairro do Rio Manso (18 km de Itajubá). Seguindo em frente, sempre subindo pela margem esquerda do Rio, 9 km depois, chega-se à Barra (já no município de Delfim Moreira). De Itajubá até a Barra são 27 km.
Até a Barra, a estrada está muito ruim. A prefeitura de Itajubá jogou pedra e cascalho na estrada para evitar o barro durante a época das chuvas, mas o resultado é péssimo. São quase 20 km de muita trepidação. Na Barra há um entrocamento. Seguindo em frente, o caminho leva à Marmelópolis. À direita chega-se ao Rio Claro, Biguá e Água Limpa (Delfim Moreira). À esquerda chega-se aos Pintos Negreiros (Maria da Fé). 8 km seguindo o Rio Lourenço Velho, chega-se ao Mogiano (35 km de Itajubá). O caminho entre a Barra e Mogiano e até Marmelópolis é muito tranquilo, sem pedras e sem buracos. No Mogiano há um entrocamento à esquerda que leva a Virgínia. A partir do Mogiano, 5 km de subido e chega-se ao Morangal (onde há outro entrocamento para Virgínia). O visual do Rio Lourenço Velho e suas cachoeiras é bacana demais a partir da Barra. Do Morangal até Marmelópolis são 10 km de estrada tranquila com paisagens deslumbrantes que mistura o Rio Lourenço Velho e o Pico dos Marins e Itaguaré.