A Pedra Amarela é o segundo ponto mais elevado do município de Itajubá (1.757 m de altitude).
Essa página é um espaço para que eu possa divulgar o meu trabalho, minhas opiniões sobre diversos assuntos (principalmente economia e política) e as belezas do Sul de Minas, com suas montanhas e cachoeiras. O significado do nome Montgomery é "além da montanha" e de Miranda é "digno de admiração". Não deve ser coincidência, portanto, que eu goste tanto de subir montanhas e admirar o horizonte.
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Isaías 9.6.
Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.
domingo, 28 de junho de 2015
quinta-feira, 14 de maio de 2015
We do need Education
When knowledge and education reach you, you have a whole new world of opportunities to be free, happy and healthy.
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terça-feira, 28 de abril de 2015
Pedra Riscada em Cristina - MG
A Pedra Riscada em Cristina - MG é um dos lugares mais espetaculares que existem no Sul de Minas Gerais. A subida até o topo da Pedra Riscada se faz pelo bairro da Paciência. Há dois caminhos para se chegar até o bairro da Paciência. Pela estrada de Maria da Fé-Cristina ainda no alto da serra, pode-se entrar à direita em direção à estrada do bairro Beleza. Seguindo sempre em frente chega-se ao bairro Paciência por estrada de terra (com alguns trechos com muitas pedras soltas).
O outro caminho é seguir em direção à Cristina e quando estiver quase chegando naquela cidade, vire à direita e suba até quase o bairro Paciência (estrada bem mais complicada para subir).
A Pedra Riscada tem 1.953 m de altitude (medido pelo GPS). De lá é possível avistar as cidades de Cristina, Maria da Fé, Carmo de Minas, São Lourenço e Itajubá, além do visual impressionante da Pedra Branca, Pico da Bandeira, Pico dos Marins e as várias montanhas do Sul de Minas.
O outro caminho é seguir em direção à Cristina e quando estiver quase chegando naquela cidade, vire à direita e suba até quase o bairro Paciência (estrada bem mais complicada para subir).
A Pedra Riscada tem 1.953 m de altitude (medido pelo GPS). De lá é possível avistar as cidades de Cristina, Maria da Fé, Carmo de Minas, São Lourenço e Itajubá, além do visual impressionante da Pedra Branca, Pico da Bandeira, Pico dos Marins e as várias montanhas do Sul de Minas.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Inflação x Salários
Segundo os agentes econômicos, a expectativa de inflação no Brasil para o ano de 2015 é de 7% ao ano. Com a inflação muito acima da meta do Banco Central (4,5% ao ano). Os salários perdem feio. Um governo que de fato se preocupe com o povo, jamais deixa a inflação chegar a níveis tão elevados.
Se houvesse uma corrida de 100 m rasos entre o multicampeão Usain Bolt e um bebê de 7 meses que acabou de aprender a engatinhar, não há dúvida de quem venceria a prova. Pois é, a inflação é o campeão e o seu salário é o bebê.
Se houvesse uma corrida de 100 m rasos entre o multicampeão Usain Bolt e um bebê de 7 meses que acabou de aprender a engatinhar, não há dúvida de quem venceria a prova. Pois é, a inflação é o campeão e o seu salário é o bebê.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
O Brasil e o ciclo de autossabotagem
O Brasil e o ciclo de autossabotagem
Vinícius Montgomery de
Miranda
O psicanalista norte-americano Stanley
Rosner, co-autor do livro O ciclo da Autossabotagem, afirma que todos os seres
humanos têm padrões de repetição, que embora irracionais, ocorrem sem grandes
consequências. Entretanto, existem repetições que podem levar à destruição da
própria vida, além de comprometer a vida alheia. Essa psicopatologia pode
ocorrer no relacionamento entre pais e filhos, entre cônjuges e no ambiente de
trabalho. O livro de Rosner relata histórias de pacientes que tiveram parte
importante de suas vidas desperdiçadas pela insistência em agir em ciclos
negativos que sabotam toda possibilidade de alcançar a felicidade. O grande
problema de quem está preso no ciclo da autossabotagem é não perceber a
realidade. Nesse caso, o indivíduo prefere acreditar que a insatisfação sentida
ao não conseguir realizar seus planos é fruto de fatores externos. Essa negação
da realidade o faz seguir em frente, sempre sofrendo.
O Brasil e muitos países da América
Latina parecem presos em um ciclo de autossabotagem. Não conseguem transformar suas
imensas riquezas naturais em qualidade de vida para a sua população. Preferem
culpar a “exploração” dos Estados Unidos ou dos países ricos a enfrentar suas
mazelas com coragem. Senão, como explicar que um país campeão de produtividade
no campo, deixe de exportar seus produtos por falta de infraestrutura adequada?
Por que as invasões de lavouras produtivas praticadas pelo MST recebem apoio,
se essas lavouras geram empregos, renda e exportações para o país? Por que,
apesar do futebol vistoso praticado nos gramados país afora, os campeonatos mais
ricos estão na Europa, para onde os talentos brasileiros se mudam ainda muito
jovens? Por que apesar do discurso de que é preciso valorizar a educação, as
práticas de avaliação do desempenho do professor e meritocracia na definição
dos seus salários, consagradas em todo mundo, é veementemente repelidas pelos
sindicatos da categoria? As respostas para essas e muitas outras contradições
presenciadas no dia a dia do brasileiro encontram explicação no ciclo de
autossabotagem.
Na transposição do Rio São Francisco, por
exemplo, desde 2007 foram investidos R$ 8,2 bilhões, sem que a obra fosse
concluída. Há erros no projeto e na execução da obra. Parte do leito do canal
construído já apresenta rachaduras que exigirão mais investimentos para a
correção do problema. Na Ferrovia Norte-Sul, outra importante obra de
infraestrutura que seria capaz de baratear a exportação de soja e outras
commodities, foram investidos, desde 1988, R$ 5,1 bilhões. Se concluída, essa
ferrovia tornaria os produtos agrícolas do Brasil imbatíveis na competição
internacional. Porém, 26 anos após o início da obra, a ferrovia não transportou
sequer um carregamento de soja, mas já apresenta problemas nos trilhos e nos
taludes em função da ação do tempo. Novamente há erros de projeto e execução. Esses
são apenas dois exemplos em meio a centenas de obras inacabadas, mal
projetadas, ou que apresentam desvio de recursos e superfaturamento. O Brasil
parece ter prazer em desperdiçar oportunidades de se tornar um país
desenvolvido.
Na economia, o ciclo virtuoso que
aumenta a produção e gera riqueza depende do aumento de produtividade e dos
investimentos. Sem uma infraestrutura adequada de produção e de logística para
escoar produtos com rapidez e baixo custo, não é possível aumentar a
produtividade. Então, os custos se elevam e os lucros são corroídos pelo
desperdício de tempo e de energia. As obras de infraestrutura que poderiam
aumentar a produtividade da economia do país não saem do papel ou são mal
geridas. Há que se perguntar então, como os demais países conseguiram resolver
essa questão? A China, por exemplo, país de dimensões continentais comparáveis
ao Brasil, apostou na parceria com a iniciativa privada para modernizar sua
infraestrutura. Aqui o governo insiste em acreditar em um modelo econômico
ultrapassado no qual é o Estado quem deve controlar o funcionamento da
economia. Nem a China comunista acredita mais nesse modelo.
Há no Brasil uma iniciativa privada com
capacidade técnica e avidez por fazer investimentos nos setores de ferrovia,
rodovia, portos, aeroportos, saneamento básico e todo tipo de infraestrutura. Se
esses investimentos ocorressem, o país daria um salto gigantesco em direção a
realização de seu potencial. Milhares de novos empregos seriam gerados, o
conhecimento técnico da construção de grandes obras seria transmitido para as
futuras gerações, o custo logístico do país seria reduzido e o produto
brasileiro se tornaria mais competitivo disparando investimentos em outros
setores da economia. O aumento da produção contribuiria ainda para elevar a
oferta de produtos e serviços, corrigindo o desequilíbrio atual entre a oferta
e a demanda agregada. Os preços se tornariam mais acessíveis, reduzindo a
inflação. A população de baixa renda seria a maior beneficiada com o aumento de
seu poder de compra e as inúmeras oportunidades de trabalho nas obras de
infraestrutura. Daí sim, haveria uma distribuição de renda mais equilibrada e
menor dependência da assistência estatal.
As soluções para os grandes problemas
da economia do país, portanto, existem. Há competência suficiente para
transformar o Brasil no país dos nossos sonhos. É necessário, porém, quebrar
esse ciclo de autossabotagem. Para tanto, é preciso reconhecer que a cultura do
jeitinho, do improviso e da malandragem, ao contrário do senso comum, não é uma
vantagem. Existe uma ciência econômica e uma ciência administrativa que
precisam ser valorizadas e colocadas em prática, mesmo que isso contrarie
interesses. A história mundial ensina que não se constrói uma grande
civilização cerceando a liberdade de pensamento e de criação dos seus cidadãos,
em benefício do controle estatal exercido por governantes iluminados, que
apresentem solução para todos os males do país. Nos países onde a qualidade de
vida é superior, as liberdades individuais são respeitadas. A ciência e o saber
são valorizados. Os governantes são democraticamente escolhidos e sua autoridade
tem limites impostos pela lei. Nesse caso, não se admite governantes
despreparados e com supostos poderes messiânicos para resolver os problemas da
sociedade. A história contará quantas gerações o Brasil ainda levará para
atingir o estágio de desenvolvimento que merece. Quem viver, verá.
domingo, 3 de agosto de 2014
Estrada rural entre Itajubá e Marmelópolis
Um caminho bastante interessante para quem gosta de estradas rurais é subir o Rio Lourenço Velho de Itajubá para Marmelópolis. São 50 km entre as duas cidades. Começando por Itajubá, deve-se seguir em direção à Maria da Fé, até a ponto do Ano Bom. Ali começa a estrada de terra, subindo a margem esquerda do Rio. Passa-se pela Cachoeira do Ano Bom e pelo Usina Luiz Dias (15 km de Itajubá) até chegar ao Bairro do Rio Manso (18 km de Itajubá). Seguindo em frente, sempre subindo pela margem esquerda do Rio, 9 km depois, chega-se à Barra (já no município de Delfim Moreira). De Itajubá até a Barra são 27 km.
Até a Barra, a estrada está muito ruim. A prefeitura de Itajubá jogou pedra e cascalho na estrada para evitar o barro durante a época das chuvas, mas o resultado é péssimo. São quase 20 km de muita trepidação. Na Barra há um entrocamento. Seguindo em frente, o caminho leva à Marmelópolis. À direita chega-se ao Rio Claro, Biguá e Água Limpa (Delfim Moreira). À esquerda chega-se aos Pintos Negreiros (Maria da Fé). 8 km seguindo o Rio Lourenço Velho, chega-se ao Mogiano (35 km de Itajubá). O caminho entre a Barra e Mogiano e até Marmelópolis é muito tranquilo, sem pedras e sem buracos. No Mogiano há um entrocamento à esquerda que leva a Virgínia. A partir do Mogiano, 5 km de subido e chega-se ao Morangal (onde há outro entrocamento para Virgínia). O visual do Rio Lourenço Velho e suas cachoeiras é bacana demais a partir da Barra. Do Morangal até Marmelópolis são 10 km de estrada tranquila com paisagens deslumbrantes que mistura o Rio Lourenço Velho e o Pico dos Marins e Itaguaré.
Até a Barra, a estrada está muito ruim. A prefeitura de Itajubá jogou pedra e cascalho na estrada para evitar o barro durante a época das chuvas, mas o resultado é péssimo. São quase 20 km de muita trepidação. Na Barra há um entrocamento. Seguindo em frente, o caminho leva à Marmelópolis. À direita chega-se ao Rio Claro, Biguá e Água Limpa (Delfim Moreira). À esquerda chega-se aos Pintos Negreiros (Maria da Fé). 8 km seguindo o Rio Lourenço Velho, chega-se ao Mogiano (35 km de Itajubá). O caminho entre a Barra e Mogiano e até Marmelópolis é muito tranquilo, sem pedras e sem buracos. No Mogiano há um entrocamento à esquerda que leva a Virgínia. A partir do Mogiano, 5 km de subido e chega-se ao Morangal (onde há outro entrocamento para Virgínia). O visual do Rio Lourenço Velho e suas cachoeiras é bacana demais a partir da Barra. Do Morangal até Marmelópolis são 10 km de estrada tranquila com paisagens deslumbrantes que mistura o Rio Lourenço Velho e o Pico dos Marins e Itaguaré.
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