Segundo os agentes econômicos, a expectativa de inflação no Brasil para o ano de 2015 é de 7% ao ano. Com a inflação muito acima da meta do Banco Central (4,5% ao ano). Os salários perdem feio. Um governo que de fato se preocupe com o povo, jamais deixa a inflação chegar a níveis tão elevados.
Se houvesse uma corrida de 100 m rasos entre o multicampeão Usain Bolt e um bebê de 7 meses que acabou de aprender a engatinhar, não há dúvida de quem venceria a prova. Pois é, a inflação é o campeão e o seu salário é o bebê.
Essa página é um espaço para que eu possa divulgar o meu trabalho, minhas opiniões sobre diversos assuntos (principalmente economia e política) e as belezas do Sul de Minas, com suas montanhas e cachoeiras. O significado do nome Montgomery é "além da montanha" e de Miranda é "digno de admiração". Não deve ser coincidência, portanto, que eu goste tanto de subir montanhas e admirar o horizonte.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
sábado, 5 de janeiro de 2013
Adeus credibilidade fiscal do Brasil
O Plano Real levou décadas para estabelecer uma credibilidade na economia nacional que atraiu investimentos e modernizou o Brasil. As sucessivas intervenções do governo na economia e o descontrole nos gastos públicos, aliado ao baixo nível de investimento, além de infraestrutura em pedaços, carga tributária elevada e burocracia estão levando o país de volta ao passado.
05/01/2013 - 03h30
Editorial: Descrédito
O governo Dilma Rousseff coloca sob risco um patrimônio da política econômica brasileira conquistado a duras penas ao longo de quase duas décadas. Trata-se da confiança dos agentes privados nas ações e nos compromissos assumidos pelas autoridades.
A manobra contábil, nos últimos dias de 2012, para maquiar o fiasco na meta de poupança pública --o chamado superavit primário-- é decerto o golpe mais ostensivo na credibilidade do governo. Coroa uma série de atitudes voluntariosas que puseram em segundo plano a perseguição de objetivos centrais da política econômica.
O superavit primário deveria ser algo simples de entender e atingir. O setor público compromete-se a gastar uma quantia a menos do que arrecada de impostos. Contabilizam-se os desembolsos em ações típicas do Estado --pagar a servidores, fornecedores, aposentados, beneficiários de programas sociais etc. Ficam de fora, numa conta à parte, as despesas com juros. Com isso, garante-se que o endividamento público fique sob controle.
Em 2012 os governos federal, estaduais e municipais obrigaram-se a economizar juntos o equivalente a 3,1% do PIB, quase R$ 140 bilhões. Em anos ruins, a administração federal pode acionar o recurso, previsto na regra geral, de subtrair dessa conta desembolsos com o Programa de Aceleração do Crescimento. Abatidos esses gastos, a meta cairia para 2,3% do PIB.
Mesmo assim, fechada a conta de novembro, a poupança ao longo do ano, de 1,9% do PIB, não cumpria o objetivo. Então o governo federal deslanchou em dezembro uma operação meramente contábil para alcançar os R$ 19 bilhões restantes e dissimular o fracasso.
Forçou Caixa Econômica Federal e BNDES a pagarem R$ 7 bilhões em dividendos ao Tesouro. Num só mês, esses dois bancos estatais enviaram à Fazenda o equivalente a 35% de todos os dividendos transferidos nos outros 11 meses.
Além disso, transferiram-se para o Tesouro R$ 12,4 bilhões do Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização --instrumento criado em 2008 que serviu, na prática, para financiar a Petrobras com dinheiro do contribuinte.
Tanta criatividade contábil, embutida numa teia de decretos feitos para não criar alarde, foi inútil para o objetivo original do superavit primário --economizar despesa do governo. O setor público não poupou um tostão com isso.
A incapacidade de controlar os gastos de acordo com o pactuado na lei orçamentária já seria um fator de desgaste para a confiança no governo. Mas a tentativa de enganar o público com toscos malabarismos fiscais vai cobrar um preço ainda mais elevado.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O enrosco do subsídio
O enrosco do subsídio - REVISTA VEJA
Revista Veja
Dilma manda a Petrobras segurar o preço dos combustíveis para conter a inflação, mas isso debilita a empresa e mata a autossuficiência
HELENA BORGES
Foi bom enquanto durou. No próximo ano, o Brasil voltará a ser dependente da importação de petróleo. Adeus, autossuficiência, celebrada com fervor nacionalista em 2006, quando o país passou a produzir mais petróleo do que consumia. O então presidente Lula deu contornos épicos ao feito, que comparou à "segunda independência do Brasil". A propaganda escondia que a conquista da autossuficiência ainda deixava um déficit na conta externa de energia, pois o Brasil continuaria a vender petróleo cru e a importar gasolina e diesel. Porém, apesar do saldo externo negativo, produzir tanto petróleo internamente ajudou a diminuir a vulnerabilidade da economia a choques externos, como os catastróficos eventos das décadas de 70 e 80, quando a produção brasileira de petróleo totalizava menos de um décimo da atual. Voltar a ser dependente da importação é, portanto, uma má notícia.
Um estudo inédito do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), obtido com exclusividade por VEJA, mostra que, já em 2013, o Brasil estará, consumindo mais óleo do que será capaz de produzir. Se teve seus méritos na conquista da autossuficiência, o governo também é culpado pela perda desse privilégio. Por duas razões: a primeira foi forçar a Petrobras a subsidiar o preço ao consumidor da gasolina e do diesel, mantendo-o estável mesmo com o aumento do custo internacional do petróleo: a segunda foi incentivar a venda de carros novos com crédito farto e corte de impostos, o que aumentou a frota nacional e, claro, o consumo.
Essas feitiçarias heterodoxas têm efeitos imprevisíveis. Ao proibir a Petrobras de repassar os aumentos ao preço do petróleo, o governo conseguiu impedir um acréscimo médio de cerca de 0,4 ponto porcentual no índice de inflação, que já está bem acima da meta de 4,5% estipulada para 2012. Mas, ao bancar o subsídio, que só neste ano já provocou um prejuízo de 12,8 bilhões de reais, a Petrobras perdeu sua capacidade de investimento, não modernizou os poços já produtivos, interrompeu a prospecção de novas jazidas e atrasou a extração da riqueza do óleo de grande profundidade, o pré-sal. Como despiu um santo para vestir outro, a presidente Dilma Rousseff se encontra agora em um dilema severo. Se desafogar o caixa da Petrobras autorizando o repasse dos preços externos, a inflação subirá mais rapidamente. Se mantiver a política de subsídio pela companhia, vai se arriscar não apenas a perder a autossuficiência como a entrevar irreparavelmente a empresa que é orgulho nacional, o retrato a óleo do Brasil emoldurado pelos sonhos de grandeza de tantas gerações. Esse dilema não tem solução fácil nem indolor. É uma daquelas situações em que as opções são perder ou perder.
Se não tem solução, ele oferece a chance de refletir sobre, afinal, por que razão chegamos a essa situação negativa. A verdade pura e cristalina vem do fato de a presidente Dilma ter se servido da Petrobras como um braço de sua política econômica — no caso, como arma para conter a inflação, uma vez que foi descartada a opção clássica de segurar o dragão com o aumento dos juros básicos da economia, a taxa Selic. Diz Adriano Pires, diretor do CBIE, que patrocinou o estudo que aponta a volta da dependência brasileira do petróleo importado: "Ao pesar a mão sobre a Petrobras, o governo não prejudicou só a empresa, mas emperrou o aproveitamento de todo o potencial do pré-sal e comprometeu o crescimento do país".
Os últimos resultados da Petrobras, anunciados no dia 26 de outubro, expuseram o estrago dessa política. O lucro diminuiu, os custos subiram e o endividamento bateu no limite. No último trimestre, a produção de petróleo caiu 3%, chegando ao menor patamar desde 2008. Se estivesse investindo no pré-sal, como previsto, o Brasil deveria estar produzindo neste ano 6.8% mais do que em 2011 e continuaria autossuficiente, mesmo com o salto no consumo de combustível devido ao aumento da frota. As dificuldades de gestão já estão sendo sentidas no preço das ações da estatal, que chegaram a cair 3.39% em um único dia. Comparado a 2009, o valor de mercado da Petrobras foi reduzido a menos da metade.
Recentemente, Maria das Graças Foster, presidente da companhia, admitiu a perda de eficiência média de 10% nas plataformas. Em alguns casos, chega a 50%. Uma das causas é o declínio natural da produtividade de poços mais antigos, mas influíram também as transferências e a aposentadoria de equipes de manutenção e operação altamente treinadas. A extinção do bônus por desempenho individual dos funcionários, trocado pela participação nos lucros, uma exigência sindical, quebrou uma das vigas mestras do sucesso da Petrobras: a meritocracia. O novo sistema desestimula a excelência individual e, pior, dilui as responsabilidade quando ocorrem falhas graves. A tudo isso, somou-se o atraso na entrega de plataformas e sondas para novos campos no pré-sal, fruto de uma contingência do mercado internacional — o que tornará ainda mais difícil fazer a produção voltar a subir. O atual estrangulamento financeiro da estatal é apontado como uma das razões para o fato de o governo ter suspendido, há quatro anos, novos leilões de campos de petróleo, que exigiriam ainda mais investimentos. Sem eles, a produção não avança, desencadeando um ciclo vicioso que agrava a dependência de importações.
Os sinais do fim da autossuficiência já aparecem. Há um mês, seis estados das regiões Sul e Norte ficaram sem gasolina. A própria Petrobras reconhece que só em 2014 a produção voltará a crescer A autossuficiência poderia ser reconquistada em 2015. Mas isso depende de a estatal cumprir os próprios planos, o que não tem ocorrido faz um bom tempo. Diz o economista Luiz Caetano, analista da corretora Planner Prosper: “Há pelo menos cinco anos a Petrobras não honra suas metas. Esse histórico não anima ninguém".
Um estudo inédito do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), obtido com exclusividade por VEJA, mostra que, já em 2013, o Brasil estará, consumindo mais óleo do que será capaz de produzir. Se teve seus méritos na conquista da autossuficiência, o governo também é culpado pela perda desse privilégio. Por duas razões: a primeira foi forçar a Petrobras a subsidiar o preço ao consumidor da gasolina e do diesel, mantendo-o estável mesmo com o aumento do custo internacional do petróleo: a segunda foi incentivar a venda de carros novos com crédito farto e corte de impostos, o que aumentou a frota nacional e, claro, o consumo.
Essas feitiçarias heterodoxas têm efeitos imprevisíveis. Ao proibir a Petrobras de repassar os aumentos ao preço do petróleo, o governo conseguiu impedir um acréscimo médio de cerca de 0,4 ponto porcentual no índice de inflação, que já está bem acima da meta de 4,5% estipulada para 2012. Mas, ao bancar o subsídio, que só neste ano já provocou um prejuízo de 12,8 bilhões de reais, a Petrobras perdeu sua capacidade de investimento, não modernizou os poços já produtivos, interrompeu a prospecção de novas jazidas e atrasou a extração da riqueza do óleo de grande profundidade, o pré-sal. Como despiu um santo para vestir outro, a presidente Dilma Rousseff se encontra agora em um dilema severo. Se desafogar o caixa da Petrobras autorizando o repasse dos preços externos, a inflação subirá mais rapidamente. Se mantiver a política de subsídio pela companhia, vai se arriscar não apenas a perder a autossuficiência como a entrevar irreparavelmente a empresa que é orgulho nacional, o retrato a óleo do Brasil emoldurado pelos sonhos de grandeza de tantas gerações. Esse dilema não tem solução fácil nem indolor. É uma daquelas situações em que as opções são perder ou perder.
Se não tem solução, ele oferece a chance de refletir sobre, afinal, por que razão chegamos a essa situação negativa. A verdade pura e cristalina vem do fato de a presidente Dilma ter se servido da Petrobras como um braço de sua política econômica — no caso, como arma para conter a inflação, uma vez que foi descartada a opção clássica de segurar o dragão com o aumento dos juros básicos da economia, a taxa Selic. Diz Adriano Pires, diretor do CBIE, que patrocinou o estudo que aponta a volta da dependência brasileira do petróleo importado: "Ao pesar a mão sobre a Petrobras, o governo não prejudicou só a empresa, mas emperrou o aproveitamento de todo o potencial do pré-sal e comprometeu o crescimento do país".
Os últimos resultados da Petrobras, anunciados no dia 26 de outubro, expuseram o estrago dessa política. O lucro diminuiu, os custos subiram e o endividamento bateu no limite. No último trimestre, a produção de petróleo caiu 3%, chegando ao menor patamar desde 2008. Se estivesse investindo no pré-sal, como previsto, o Brasil deveria estar produzindo neste ano 6.8% mais do que em 2011 e continuaria autossuficiente, mesmo com o salto no consumo de combustível devido ao aumento da frota. As dificuldades de gestão já estão sendo sentidas no preço das ações da estatal, que chegaram a cair 3.39% em um único dia. Comparado a 2009, o valor de mercado da Petrobras foi reduzido a menos da metade.
Recentemente, Maria das Graças Foster, presidente da companhia, admitiu a perda de eficiência média de 10% nas plataformas. Em alguns casos, chega a 50%. Uma das causas é o declínio natural da produtividade de poços mais antigos, mas influíram também as transferências e a aposentadoria de equipes de manutenção e operação altamente treinadas. A extinção do bônus por desempenho individual dos funcionários, trocado pela participação nos lucros, uma exigência sindical, quebrou uma das vigas mestras do sucesso da Petrobras: a meritocracia. O novo sistema desestimula a excelência individual e, pior, dilui as responsabilidade quando ocorrem falhas graves. A tudo isso, somou-se o atraso na entrega de plataformas e sondas para novos campos no pré-sal, fruto de uma contingência do mercado internacional — o que tornará ainda mais difícil fazer a produção voltar a subir. O atual estrangulamento financeiro da estatal é apontado como uma das razões para o fato de o governo ter suspendido, há quatro anos, novos leilões de campos de petróleo, que exigiriam ainda mais investimentos. Sem eles, a produção não avança, desencadeando um ciclo vicioso que agrava a dependência de importações.
Os sinais do fim da autossuficiência já aparecem. Há um mês, seis estados das regiões Sul e Norte ficaram sem gasolina. A própria Petrobras reconhece que só em 2014 a produção voltará a crescer A autossuficiência poderia ser reconquistada em 2015. Mas isso depende de a estatal cumprir os próprios planos, o que não tem ocorrido faz um bom tempo. Diz o economista Luiz Caetano, analista da corretora Planner Prosper: “Há pelo menos cinco anos a Petrobras não honra suas metas. Esse histórico não anima ninguém".
COM MARCELO SAKATE
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Irresponsabilidade de um governo
O governo Lula que se encerrou há uma semana pode até ter produzido alguns bons resultados econômicos-sociais (que pode ser atribuído mais a estabilidade alcançada pelo governo anterior do que propriamente à Lula), mas foi uma catástrofe em termos morais e no que diz respeito ao futuro.
Trata-se de um governo que não tem nenhum respeito pelas Instituições. Como diz o norte-americano Doglass North "não existe país verdadeiramente forte e sólido" com Instituições fracas.
Poder-se-ia enumerar as diversas vezes que o governo Lula fez pouco caso das Instituições: escândalo do mensalão, escândalo dos dossiês (2006 e 2010), Enem, Caseiro, ataque à imprensa, aliança com Venezuela, Irã e Cuba, caso Césare Batisti e para fechar com chave de ouro a emissão de Passaportes diplomáticos aos filhos e netos.
Economicamente falando, o Brasil está com uma inflação elevada em 2010/2011 grande parte devido à irresponsabilidade dos gastos governamentais desenfreados. O receituário básico da economia é elevar juros para deter o aumento da inflação. Lula se recusou a todo custo elevar a taxa de juros, afinal, precisava manter a popularidade em alta para ganhar a eleição. Por outro lado, as exportações de produtos manufaturados brasileiras perdem espaço dia após dia devido à falta de competitividade de nossa economia. Isso significa que perdemos empregos e produção de maior valor agregado por termos uma carga tributária escorchante (consequência dos gastos desenfreados), burocracia absurda, infraestrutura precária (estradas, aeroportos que Lula insistiu mantê-los estatal, ao contrário do resto do mundo moderno, banda larga, etc.), falta de capacitação da mão-de-obra, etc.
Enfim, apesar da aparência de país grande e importante, Lula conseguiu manter o Brasil mais próximo do atraso do que nunca. Voltamos a ser exportadores de produtos primários. Nossa educação é um caos. Nossos aeroportos e portos atrasados. Nossas estradas estão em buracos. Quem é amigo do rei pode ter Passaporte especial, para os TOLOS (Brasil um país de tolos) é preciso enfrentar filas e pagar taxas e mais taxas.
Trata-se de um governo que não tem nenhum respeito pelas Instituições. Como diz o norte-americano Doglass North "não existe país verdadeiramente forte e sólido" com Instituições fracas.
Poder-se-ia enumerar as diversas vezes que o governo Lula fez pouco caso das Instituições: escândalo do mensalão, escândalo dos dossiês (2006 e 2010), Enem, Caseiro, ataque à imprensa, aliança com Venezuela, Irã e Cuba, caso Césare Batisti e para fechar com chave de ouro a emissão de Passaportes diplomáticos aos filhos e netos.
Economicamente falando, o Brasil está com uma inflação elevada em 2010/2011 grande parte devido à irresponsabilidade dos gastos governamentais desenfreados. O receituário básico da economia é elevar juros para deter o aumento da inflação. Lula se recusou a todo custo elevar a taxa de juros, afinal, precisava manter a popularidade em alta para ganhar a eleição. Por outro lado, as exportações de produtos manufaturados brasileiras perdem espaço dia após dia devido à falta de competitividade de nossa economia. Isso significa que perdemos empregos e produção de maior valor agregado por termos uma carga tributária escorchante (consequência dos gastos desenfreados), burocracia absurda, infraestrutura precária (estradas, aeroportos que Lula insistiu mantê-los estatal, ao contrário do resto do mundo moderno, banda larga, etc.), falta de capacitação da mão-de-obra, etc.
Enfim, apesar da aparência de país grande e importante, Lula conseguiu manter o Brasil mais próximo do atraso do que nunca. Voltamos a ser exportadores de produtos primários. Nossa educação é um caos. Nossos aeroportos e portos atrasados. Nossas estradas estão em buracos. Quem é amigo do rei pode ter Passaporte especial, para os TOLOS (Brasil um país de tolos) é preciso enfrentar filas e pagar taxas e mais taxas.
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