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domingo, 31 de maio de 2020

Pedra da Estância - Itajubá

O post de hoje é para comentar sobre a Pedra da Estância, o terceiro ponto mais elevado do município de Itajubá, no Sul de Minas Gerais. A Pedra do Rio Manso fica a 1.906 m de altitude. A Pedra Amarela a 1.757 m, a Pedra da Estância a 1.651 e a Pedra Aguda a 1.557. Esses são os 4 pontos mais elevados do município, sendo a Pedra da Estância o ponto menos badalado.

A Pedra da Estância fica no bairro homônimo, exatamente atrás da Pedra Aguda. Portanto, não pode ser vista da cidade de Itajubá, exceto pelo bairro da Santa Rosa e imediações.

Da estrada da Estância até o alto da Pedra pelo lado oeste são 2,75 km e aproximadamente 2h50m de subida. A subida é muito íngrime pelo pasto e depois por uma mata muito fechada (sem trilha). Pelo lado leste também há uma trilha (ainda não conhecida por mim).

Ao chegar na Pedra da Estância (após percorrer uma cerca de extensão muito comprida), há vários mirantes. O do lado leste permite avistar o Pico dos Marins de frente e a crista das montanhas de Delfim Moreira e Wenceslau Braz (lado do Charco).

O mirante principal (lado norte) fica alguns metros abaixo do ponto mais elevado é possui uma lage de pedra bem extensa que vai de leste a oeste. No centro dessa lage (norte) é possível avistar as costas da Pedra Aguda, o bairro Santa Rosa, as montanhas de Maria da Fé, Cristina, Pedralva, a Pedra Amarela (torre da Panorama FM) e parte da Pedra do Rio Manso. É possível avistar ainda o vale do Biguá - Rio Claro.

Do lado oeste é possível ver as montanhas do lado de Santa Rita do Sapucaí, o vale do Sapucaí e a Serra Grande (Conceição dos Ouros/Cachoeira de Minas). A sudoeste é possível avistar o Pico dos Dias (Brazópolis) e uma parte da Pedra da Boa Vista (Piranguçu).

Apesar da subida muito complicada (mata fechada) e pasto íngrime, o visual é fantástico, como pode ser visto nas fotos aqui.


Visual Norte e as montanhas do Sul de Minas

 Por do Sol na descida da Pedra (lado oeste)

Pedra Vermelha (lado oeste) 

Pico dos Marins (lado leste) 

Visual do Pedrão (lado norte)  

Montanhas de Wenceslau Braz (lado leste) 

Montanhas a sudoeste 

Visual do bairro Santa Rosa (norte) 

Vale do Sapucaí (lado noroeste) 

Mata nas costas da Pedra Aguda e o pasto no caminho da subida (oeste)

sábado, 29 de junho de 2019

Pedra de Santa Rita do Rio Manso pela Peroba

Hoje fizemos a tentativa de chegar na Pedra do Rio Manso, pelo bairro da Peroba, em Itajubá.
Primeiro fizemos uma pesquisa de trilhas no Wikiloc, no Google Earth e, juntamente com relatos vagos, concluímos que seria possível.

Ao chegar na Peroba, o amigo Ednilson disse que já havia subido até a Pedra por essa trilha e nos orientou. Mesmo assim, em alguns trechos a trilha simplesmente desaparecia. Entramos pela mata e avistamos a Pedra de Santa Rita bem próxima, depois de 2h de trilha. Mas a trilha desapareceu do nada e achamos melhor abortar a tentativa.

Mas, ainda assim, vislumbramos a possibilidade de alcançar a Pedra de Santa Rita no Rio Manso, o ponto mais elevado de Itajubá (1.910 m) por um caminho mais simples que aquele original pelo bairro Rio Manso. Um nova tentativa será colocada em ação em breve. A distância aproximada do bairro Peroba do centro de Itajubá é de 20 km. O visual é deslumbrante, como as fotos aqui podem mostrar.
 Visual de Itajubá


 Estrada para Maria da Fé (BR 383) e a Serra da Pedra Branca


Itajubá vista do alto da Peroba

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

De Itajubá a Poços de Caldas

Hoje fui de Itajubá a Poços de Caldas. Uma viagem tranquila de 2h30 por aproximadamente 170 km (um pouco mais).

Não pude deixar de observar e fotografar as belas imagens de Serras, Montanhas, Cidades, Árvores no caminho.

A estrada de Itajubá a Pouso Alegre está bem cuidada, mas com poucos pontos de ultrapassagem e com muitos caminhões. Não existe terceira pista nas subidas. E para piorar, colocaram faixa elevada em plena BR (coisa de um país ridículo que esfola seus cidadão com os impostos e não investe na infraestrutura). De Pouso Alegre a Poços, a estrada fica bem melhor. Há pequenos trechos duplicados e nas subidas existe a terceira pista, que facilita muito.

A natureza é exuberante no Sul de Minas. Minas é um mar de montanhas. Difícil não se apaixonar por esse lugar.

 Árvore "da vida" na chegada de Ipuiuna

 Mirante de Pedra entre Ipuiuna e Senado José Bento

 Pedra Redonda em Santa Rita de Caldas

 Visual de Senador José Bento

Manhã de verão em Senador José Bento

Montanhas do Sul de Minas (visual Sul - divisa com São Paulo) 

 Poços de Caldas

 Montanhas de Caldas

Montanhas elevadas na entrada de Caldas 

Montanhas de Senador José Bento (lado de Ouro Fino)

domingo, 10 de setembro de 2017

Pedra do Rio Manso, ponto mais elevado do município de Itajubá-MG

No dia 09/09/2017 estive mais um vez na Pedra de Santa Rita do Rio Manso, ponto mais elevado do município de Itajubá. Dessa vez, foi apenas eu e o Manfred. Gastamos aproximadamente 3h30m para subir os 1.918 m da Pedra (medição com GPS do app Sports-tracker). Anteriormente o GPS (Garmin) havia marcado 1.906m. Foram 1.043 m de desnível e 5,4 km de caminhada morro acima.

Apesar do tempo levemente nublado, as fotos, como sempre ficaram muito boas.

Trata-se de uma subida não recomendada para quem não tenha preparo físico. Por ser uma subida bastante inclinada e pouco frequentada, a trilha estava com muito mato (mato alto) e escorregadia. O risco de queda é iminente a quase todo instante. É preciso muito cuidado e um stick (bastão) ajuda bastante na tarefa de subir e descer. Também é muito importante levar bastante água. Ontem o tempo estava quente e seco. A dificuldade dessa subida é equivalente a do Pico do Itaguaré (Passa Quatro-MG).

Seguem algumas fotos.

 Pedra do Rio Manso vista do meio do caminho da subida.

 Visual das montanhas no meio do caminho até o topo.

 Bandeira mineira e as montanhas de Minas.

 Minas Gerais é demais...

 Topo da montanha.

 Penhasco da Pedra do Rio Manso.

 Visual de Itajubá.

Visual do lado norte.

Visual dos lados sul, oeste e norte.

domingo, 13 de agosto de 2017

Pedra da Divisa - Piranguçu - MG

A Pedra da Divisa é um dos pontos mais elevados do município de Piranguçu. Apesar de ser de altitude inferior à Pedra da Chita (1890m), sua altitude medida pelo GPS (1850m) é superior à Pedra da Boa Vista (1800m). A vista proporcionada pela Pedra da Divisa é espetacular. Avistam-se o Pico dos Dias (Observatório Nacional de Astrofísica em Brazópolis), o distrito de Luminosa, o lago da Represa Vila Maria e partes das cidades de Campos do Jordão e Itajubá.

Para acessar a Pedra é preciso seguir no caminho da Vila Maria para Campos do Jordão. 1 km aproximadamente após a divisa de Estados, já no Estado de São Paulo, pega-se a antiga estrada para o distrito de Luminosa (atualmente bem conservada, sendo possível até a passagem de carros mais baixos). Após percorrer alguns quilômetros chega-se a um lugar de oração (santuário) à direita da estrada. Há uma subida bem puxada e depois uma descida. Chega-se a um portão (vermelho) e começa um trecho de descida por dentro da mata (bem fechada). Depois há uma bifurcação. Em frente continua o caminho para Luminosa (estrada já sem tanta conservação). À direita começam as subidas mais íngremes até um ponto de observação. Alguns metros à frente, chega-se ao campinho (lugar possível de montar acampamento). Dali já é possível avistar o totem no alto da Pedra da Divisa. Mais uma descida e outra subida. Finalmente há uma descida até a mata e depois a subida final da Pedra.

Total de caminhada desde a estrada principal da Vila Maria (quase 6km). Tempo gasto de subida: aproximadamente 2h. Tempo de descida: 1h45m. Uma caminhada e tanto, não recomendada para quem não está em dia com o preparo físico.

A seguir algumas fotos.

Totem da Pedra da Divisa (e visual da Pedra do Baú)


Caminho da Pedra da Divisa

 Chegada no topo da Pedra da Divisa.

Por do Sol na Pedra da Divisa.

Hora de agradecer a Deus pelas suas maravilhas.

Lago da Vila Maria.

Mirante na Pedra da Divisa.

Totem da Pedra da Divisa visto da subida.

Itajubá, lá longe.

Itajubá após o anoitecer.

Topo da Pedra da Chita.

sábado, 22 de julho de 2017

Pico do Selado - Monte Verde - Minas Gerais

Nesse post vim comentar a aventura de subir ao Pico do Selado (2083 m de altitude), na divisa entre as cidades de Monte Verde (Camanducaia)-MG e São José dos Campos-SP. A partir do estacionamento (valor de R$ 10 por veículo) no final da Avenida das Montanhas em Monte Verde (não sei explicar porquê, mas praticamente todas as ruas do local são de terra, com muita poeira, buraco e pedras) gastam-se aproximadamente 2 horas até o Pico do Selado. A partir do estacionamento são 40 minutos em uma trilha muito bem definida (com algumas subidas um pouco mais fortes) até a Pedra Chapéu do Bispo. Daí em diante, mais 15 minutos até o Platô, de onde é possível avistar a cidade de São José dos Campos e as montanhas mineiras e o Vale do Paraíba paulista. Do Platô, a trilha segue pela crista da serra (sem subidas) até próximo do Selado, onde começa algumas subidas. São 4 km de caminhada (8 km ida e volta), com um desnível de aproximadamente 430 m.

É preciso ter cuidado para não se perder na trilha de volta, pois, no Platô, há trilhas que descem na Rua Mantiqueira. Para não perder a trilha, o ideal é caminhar nas trilhas pela direita, nunca pela esquerda. Outra dica é que existem marcações (tocos) em vermelho na trilha.

O visual do Pico do Selado é fantástico. Em direção ao Sul, avistam-se as montanhas de Extrema-MG. Em direção a Leste está São José dos Campos e as ondulações montanhosas do Vale do Paraíba. Na direção oeste estão as montanhas mineiras. Na direção norte estão as montanhas mais relevantes. Bem próximo estão a Pedra do Chapéu do Bispo, Platô, Pedra Redonda e Pedra Partida (todas em Monte Verde). Um pouco mais distantes estão o Pico do Campestre (Pedra Bonita) na divisa entre Gonçalves e Sapucaí Mirim e a Pedra do Jair (ou do Juncal) em Sapucaí Mirim. Mais à esquerda está a Pedra de São Domingos em Córrego do Bom Jesus. Mais distante, se avistam as montanhas de Gonçalves e a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí.

De Itajubá a Monte Verde passando por Paraisópolis e Consolação são aproximadamente 155 km (entre Consolação e Cambuí são 18 km em estrada de terra). Na volta, pela Fernão Dias, foram 165 km até Itajubá.

Monte Verde é um local muito agradável para curtir as montanhas e o ar puro, mas infelizmente a infraestrutura deixa a desejar. A alimentação é bem cara e as ruas de terra com muita poeira e pedra. Apesar disso, as pousadas e hotéis são bastante aconchegantes.

Seguem algumas fotos.

 Topo do Selado e montanhas de Extrema ao longe.

 Pedras logo abaixo do Pico do Selado.

 Bromélias no topo.

 Cume do Pico do Selado (2.083 m de altitude).

 Pico do Campestre (montanha azul à esquerda).

 São José dos Campos, vista do Platô.

 Pedra Partida vista do Hotel Pião Mineiro. 

 Lado oeste e as montanhas mineiras vista do Platô.

 Pedra de São Domingos.

 Bandeira de Minas Gerais e Monte Verde lá em baixo.

Visual norte do Pico do Selado.