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Eu amo montanhas

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Montanhas...

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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 18 de agosto de 2013

Lua e o Sol iluminando o céu de Itajubá

As pessoas na correria de seu dia a dia não conseguem perceber a beleza natural da cidade de Itajubá. Aqui uma amostra das maravilhas captadas nessa cidade linda...
Muito bom compartilhar as maravilhas que Deus fez para o desfrute de seus filhos amados.






sexta-feira, 19 de julho de 2013

Pedra do Forno em Gonçalves-MG

A Pedra do Forno em Gonçalves-MG é um lugar especial para se visitar. Vale a pena subir até lá. Ao chegar no bairro Terra Fria (cerca de 12 km do centro da cidade), a trilha da Pedra do Forno começa no Restaurante do Ovídio. Após passar por um gramado e cruzar um riacho, pega-se uma trilha à direita da estrada de terra onde há várias araucárias derrubadas. Evite ir pela estrada de terra. Tentei isso e demorou para achar a trilha. O certo é pegar a trilha a partir de um portãozinho. O tempo total de subida fica entre 50 minutos a 1 hora e 30 minutos, dependendo do preparo físico. Na descida gasta-se aproximadamente 30 minutos. Lá do topo da Pedra do Forno avista a exuberância da Serra da Mantiqueira no Sul de Minas Gerais. Os principais picos/pedras avistadas lá de cima são: a ponta da Pedra de São Domingos, a Pedra Chanfrada e a Pedra Bonita em Gonçalves. Também se avista o Pico dos Dias em Brasópolis e a Pedra da Chita em Piranguçu. Também é possível avistar, dependendo da luz do sol a Pedra Branca em Pedralva.
O visual é espetacular!!! Recomendo muito!!! Não esqueça de levar água e algo para comer. Protetor solar e óculos de sol também são importantes.








domingo, 14 de julho de 2013

Pedra Branca, Sul de Minas Gerais

Hoje, 14/07/13, eu e meus amigo Manfredo Rodrigo, Jeremias Pereira e Dênis Leonardo Gomes estivemos na Pedra Branca entre Pedralva, Cristina e Conceição das Pedras aqui no Sul de Minas Gerais. Esse lugar é espetacular. A subida é razoavelmente leve. O visual é espetacular, mas hoje a neblina não permitiu visualizar o horizonte. Apesar disso, não há como deixar de admirar o visual espetacular desse lugar fantástico. Pena que as pessoas não têm educação e infelizmente encontramos muito lixo (garrafa pet, ponto de cigarro, etc.).











domingo, 7 de julho de 2013

Paisagens do Sul de Minas (Maria da Fé)

As montanhas, os rios, as matas, os vales do Sul de Minas são surpreendentes...







quarta-feira, 3 de julho de 2013

Inverno em Maria da Fé

O inverno chegou. Demorou para o céu azul e o frio aparecerem aqui no Sul de Minas, mas finalmente eles aconteceram. Por isso, nada melhor que curtir as belezas, o frio e o ar puro de Maria da Fé.

Dias 5, 6, 7, 12, 13 e 14 de Julho tem o VI Festival de Inverno da cidade mais fria de Minas Gerais. Imperdível...






domingo, 30 de junho de 2013

domingo, 23 de junho de 2013

O assistencialismo e a competição

O assistencialismo e a competição
Vinícius Montgomery de Miranda
                                                                                                             
Os biólogos que cuidam de animais selvagens criados em cativeiro sabem que é muito complicada sua readaptação ao habitat natural. Esses animais perdem a capacidade de lutar pela sua própria sobrevivência, ganham peso e adoecem. Atletas de alta performance também sabem que poucos dias sem atividades físicas atrofiam músculos, faz diminuir a massa muscular e aumentam o percentual de gordura no corpo. Essa é a lei natural da vida. O homem e todos os seres vivos foram criados para a competição.
No ambiente econômico, a competição entre empresas é a raiz de todo o processo de inovação de produtos e serviços. É para conquistar mais clientes e aumentar resultados que as empresas se arriscam, investindo em ideias que se transformam em novos produtos. A seleção natural econômica premia as empresas mais eficientes e mais inovadoras, garantindo-lhes a sobrevivência. Goste-se ou não, o homem não tem poder de alterar essa lei da vida. Quando tenta fazê-lo, o resultado é desastroso; como se observa em países como Cuba, Coreia do Norte ou Venezuela, onde a qualidade de vida piora a cada ano.
Por outro lado, os países que entendem que a competição é bem-vinda, atingem elevado grau de desenvolvimento. Muitas vezes, mesmo sendo pobres em recursos naturais, como é o caso do Japão, tornam-se inovadores, desenvolvem uma indústria dinâmica e elevam a qualidade de vida de sua população. O Brasil e grande parte dos países da América Latina receberam uma herança cultural, histórica e religiosa que abomina a competição. Dessa forma, mesmo com toda a riqueza natural que possuem, não conseguem romper com as amarras que os prendem na condição de subdesenvolvidos.
No caso do Brasil, infelizmente a sociedade hesita em valorizar os cidadãos que se esforçam para ter uma vida digna. Muito pelo contrário. Para esses cidadãos sobram burocracia e tributos. Portanto, há um verdadeiro incentivo à cultura do mínimo esforço. É como se houvesse uma punição pelo esforço próprio, diante das benesses do dolce far niente. Daí a grande popularidade de programas sociais como o da Bolsa-Família. O que era para ser uma ajuda emergencial com o objetivo de reduzir a pobreza e diminuir a disparidade de renda, tornou-se meio de vida. A lógica da assistência social é que ela deveria durar apenas o suficiente para que o beneficiado se capacitasse para retornar ao mercado de trabalho. Entretanto, o que se observa país afora é que muitos chefes de família preferem manter-se na condição de desempregados ou de trabalhadores informais para continuar recebendo ajuda estatal. Os políticos espertalhões agradecem. Trata-se do voto cabresto institucionalizado, potencializado pela baixa escolaridade.

O problema maior desse assistencialismo são as oportunidades perdidas pelo país. Não há na história econômica da humanidade país que tenha se transformado sem valorizar o esforço de seus cidadãos. Coreia e China são exemplos de nações que conseguiram superar adversidades ao apostar na meritocracia e na educação. Não há segredo. Uma população mais escolarizada torna-se mais preparada para a competição do mundo atual. Os empregos são melhor remunerados. Novos negócios surgem. A qualidade de vida avança. Por que então insistir em um modelo que não deu certo em lugar algum? Porque o modelo atual gera domínio e dependência. Beneficia quem está no poder. Porque não há projetos para o país e principalmente porque quando as consequências negativas do modelo chegar, talvez o governo seja outro. E como diria John Maynard Keynes, no longo prazo todos estaremos mortos.