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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 11 de junho de 2023

Pôr do Sol na Pedra Aguda em Itajubá - MG







 A Pedra Aguda é o 4º ponto mais elevado do município de Itajubá (1.570 m). Também é o pico mais visitado e com a vista mais privilegiada da cidade. Os outros pontos são: a Pedra do Rio Manso (1.910 m), a Pedra Amarela/Torre do Chico (1.750 m) e a Pedra da Estância (1.640 m).

A subida da Pedra Aguda ocorre pelo bairro da Anhumas e tem uma subida bastante íngrime na trilha da mata. Até chegar o início da mata é possível subir pela estrada (não é possível subir com carro comum). Também é preciso ter autorização para subir de carro. A trilha da mata é dividida em 3 partes. A primeira com uma mata mais fechada e árvores caídas, de inclinação média. Após chegar em um grande tronco de árvore caída, começa uma escadaria "sem fim" com uma inclinação muito grande. É o trecho mais complicado da trilha. A terceira parte da trilha de inclinação média ocorre quando a mesma inclina para a direita. O visual da chegada é simplesmente espetacular.

Nesse 10 de junho de 2023, a ideia era pegar o pôr do sol lá no alto. Claro que a descida no escuro é muito mais arriscada, mas valeu muito a pena, como as fotos mostram. A subida tem duração entre 2h e 2h30 para quem está condicionado, mas é bastante arriscada para quem é iniciante. Recomendamos aos iniciantes o acompanhamento de alguém experiente.


Itajubá - Virgínia - Itajubá por estradas rurais.

 Esse post vai contar um pouco das estradas rurais entre Itajubá e Virgínia. A viagem dessa vez foi pela Água Limpa (na ida) e pelos Pintos Negreiros (na volta).

Saindo de Itajubá fomos por asfalto até a Água Limpa (Delfim Moreira). Ali já pegamos a estrada de terra, pela qual seguimos até a Barra. A situação da estrada me surpreendeu negativamente. Muitos buracos e pedras em todo o percurso até a Barra (nota zero para a manutenção da estrada). A saída de Itajubá foi às 13h. 35 minutos depois, estávamos no Biguá (terra do Padre Léo). São 20 km de Itajubá ao Biguá, sendo aproximadamente 5 km de terra (da Água Limpa ao Biguá). Do Biguá a estrada sobe para o Salto, desce no Taquaral e segue rumo ao Rio Claro e depois desce na Barra. Da Barra passamos pela Cachoeira e alguns quilômetros depois atravessamos o Rio Lourenço Velho. Seguimos a margem direita do Rio até o Trevo que sobe para o bairro Correias (14 km depois do Biguá). Já no município de Virgínia, a estrada estava em outro nível. Muito bem conservada, sem buracos e sem pedras até o destino final. 10 km estrada acima e chegamos no bairro Correias. O visual é espetacular. A Pedra do Rio Manso é vista de frente ao longe. A estrada passa por dentre uma floresta de Eucaliptos e Araucárias e sai no alto da Serra (5 km do bairro Correias - Delfim Moreira), quando começa a descida para Virgínia. 10 quilômetros depois, descendo a serra, já estávamos no bairro do Sertãozinho (a 5 km do município de Virgínia).

Itajubá-Água Limpa: 15 km.

Itajubá-Biguá: 20 km.

 Itajubá-Correias: 44 km.

Itajubá-Alto da Serra de Virgínia: 49 km.

Itajubá-Sertãozinho: 59 km.

Itajubá-Virgínia: 64 km.

Tempo total da viagem: 2 horas, com algumas poucas paradas.

Trevo para Bairro Correias (margem direita do Rio Lourenço Velho).

Igreja do Bairro São Francisco - Virgínia

Igreja do Bairro Posses - Maria da Fé

Visual da Serra, próximo ao Portal da Serra - Maria da Fé

Chegando nos Pintos Negreiros

Visual do Pico do Itaguaré (alto da Serra, entre Pintos Negreiros e a Mata)

Subida da Serra de Virgínia

Trevo para o Bairro São Francisco

Na volta, o caminho foi diferente. Nesse caminho a estrada é boa em quase toda sua extensão, apesar de mais subidas e descidas. Saída do Sertãozinho às 13h44.

10 km serra acima, já estávamos no alto da Serra de Virgínia, dobrando para o lado de Delfim Moreira. Mais 2 quilômetros de descida e chegamos no trevo de descida para o bairro São Francisco (município de Virgínia). 2 km descendo a serra e chegamos ao bairro. 7 quilômetros abaixo e chegamos aos Pintos Negreiros (município de Maria da Fé). Uma subida de paisagens deslumbrante rumo à Maria da Fé. 5 quilômetros de subida e já estávamos no alto da serra, com visão privilegiada do Pico dos Marins/Marinzinho e Itaguaré. Dois quilômetros abaixo, chegamos à Mata de Cima e depois mais 4 km e chegamos na Mata. Mais 5 km e chegamos nas Posses. 4 km depois e chegamos no trevo no Portal da Serra em Maria da Fé. De volta a Itajubá 20 km abaixo, com 2 horas de viagem.

Sertãozinho - alto da Serra (Virgínia): 10 km.

Sertãozinho - Trevo São Francisco: 12 km.

Sertãozinho - São Francisco: 14 km.

Sertãozinho - Pintos Negreiros: 21 km.

Sertãozinho - alto da Serra (Pintos Negreiros/Maria da Fé): 26 km.

Sertãozinho - Mata de Cima: 28 km.

Sertãozinho - Mata: 32 km.

Sertãozinho - Posses: 37 km.

Sertãozinho - Trevo Portal da Serra: 41 km.

Sertãozinho - Itajubá: 61 km.

Virgínia - Itajubá: 66 km.


sábado, 25 de fevereiro de 2023

Refúgio Tuiuva: uma hospedagem com diferenciais incríveis...


 Existe hospedagens luxuosas, existem hospedagens simples, existem hospedagens nas montanhas, mas o Refúgio Eco Boutique Tuiuva em Cristina é único. A começar pela altitude (aproximadamente 1.900 m de altitude). Localizado a 28 km de Itajubá, no Sul de Minas, o Refúgio pode ser acessado por uma estrada de terra a partir do bairro São José em Cristina. São 8 quilômetros serra acima (a estrada é conservada, apesar de alguns trechos muito inclinados e escorregadios, especialmente para carros baixos - que não devem subir na época das chuvas). No bairro da Paciência, a Fazenda disponibiliza uma experiência única para desfrutar do pomar com uvas, mirtilo, oliveiras e outras frutas.

Os "chalés" ficam acima da fazenda (acessados por estrada calçada) com uma infraestrutura espetacular para desfrutar do frio, do clima de montanha e do pôr do sol em um deck de madeira com visual incrível.

Se você quer uma experiência diferenciada de descanso, contato com a natureza, esse deveria ser sua próxima estadia.

O Refúgio está muito próximo da tríplice fronteira de três municípios sul mineiros: Maria da Fé, Cristina e Dom Viçoso.


Chegada no Bairro da Paciência

Lavanda por toda parte...

Recepção da Fazenda

Videiras

Olivais


Estrada de acesso

Paisagem rural...


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Os 4 pontos mais elevados de Itajubá, Sul de Minas Gerais

 Nesse post vamos compartilhar um pouca da experiência de quem já fez mais de 100 trilhas pelas montanhas do Sul de Minas. Vamos começar por Itajubá. Os quatro pontos mais elevados do município são, pela ordem:

1) Pedra de Santa Rita do Rio Manso (bairro Rio Manso ou Lourenço Velho): 1.910 m.

2) Pedra Amarela / Torre do Chico (bairro do Cantagalo): 1.750 m.

3) Pedra da Estância (bairro da Estância): 1.650 m.

4) Pedra Aguda (bairro da Anhumas): 1.570 m.

Pedra do Rio Manso


A Pedra do Rio Manso fica na divisa dos municípios de Itajubá e Delfim Moreira, sendo o ponto culminante do município de Itajubá, com 1.910 m. A Pedra pode ser acessada pelo bairro do Rio Manso, com um desnível de mais de 900 metros. Uma subida bastante puxada, que exige preparo físico e muito cuidado (há diversos pontos onde existe o risco de quedas, além de uma boa parte da trilha se fazer em meio à mata fechada). Em média são 3 horas de subida, a partir da primeira porteira após o riacho. Uma boa parte da caminhada é feita por uma estrada pouco conservada. Outra parte da caminhada é por meio de uma trilha íngrime no meio da mata (há risco de quedas, picadas de inseto, fisgadas de espinhos e arranhões). No topo da Pedra há dois mirantes. Um voltado para o noroeste (lado de Maria da Fé e do bairro Rio Manso) e outro para o sudoeste (lado de Itajubá). Do alto da Pedra é possível avistar a cidade de Itajubá, as pedras de Piranguçu (Pedra da Chita, Pedra da Boa Vista e Pedra da Divisa), Brazópolis (Pico dos Dias), Sapucaí-Mirim (Pedra Bonita/Campestre), São Bento do Sapucaí (Pedra do Baú) e Gonçalves/Cambuí (Pedra de São Domingos), além da Pedra Aguda (Itajubá), Pedrão e Pedra Branca (Pedralva), Pedra Riscada (Cristina), Marins e Marinzinho (Marmelópolis) e Itaguaré (Passa Quatro).

Uma alternativa para o acesso ao topo da Pedra do Rio Manso é a subida pelo bairro da Peroba. A subida se faz pela crista do maciço da Peroba (alto da Peroba) e depois pela mata quase intocada nos contrafortes da Pedra do Rio Manso. Como a mata entre o Maciço da Peroba e a Pedra do Rio Manso é muito densa e muito pouco explorada pelo homem, há muitos riscos (de se perder na mata, de ser picado por cobra e insetos). Na trilha há um trecho muito úmido, com árvores imensas caídas e apodrecidas pelo tempo. A única vantagem em relação à trilha tradicional é o menor desnível.

A sensação de superar tantos obstáculos na subida e sentir o vento gelado soprando lá no topo é única. Apesar da imensidão à sua frente, os sons da natureza e a distância da civilização tem um quê de solidão, quebrada é claro pelos companheiros de trilha, que sempre oferecem um café ou algo para comer, enquanto se esticam as pernas, afinal, a descida também não é fácil.

Pedra Amarela - Torre do Chico



A Pedra Amarela, também na divisa com Delfim Moreira, a 1.750 m, tem o mirante da Água Limpa (para o lado de Delfim) e o cume na Torre da Rádio Panorama FM (Torre do Chico). Dos pontos mais elevados do município de Itajubá, esse é o que apresenta menos obstáculos. Há uma estrada estreita e íngrime que sobe de baixo do bairro Cantagalo até o topo da Torre (não é possível subir com carro comum e com moto de baixa cilindrada). Há diversas porteiras no caminho e gado por todo lado. Toda a subida se faz em torno de 1h30. O visual da subida já é especial, com muitas araucárias e a Pedra da Estância de frente. Lá no Mirante, avista-se a Água Limpa, o Biguá, as montanhas de Delfim Moreira e Wenceslau, além das terras altas do Charco, a divisa com Campos do Jordão e a Pedra do Baú e as pedras de Piranguçu (ao sul). No sentido oposto está o Rio Claro e a ponta do Pico dos Marins. Do mirante da Torre do Chico avistam-se o Pedrão, a Pedra Branca e a Pedra Riscada, além da cidade de Itajubá e o vale do Sapucaí. A estrada na crista da montanha é muito arborizada e cheia de pássaros cantando.

Pedra da Estância


A Pedra da Estância no bairro de mesmo nome é a menos badalada das pedras de Itajubá, apesar da proximidade com a Cachoeira da Estância. Com 1.650 m de altitude, seu mirante fica abaixo do ponto mais elevado. A subida se faz por uma trilha que tem mata muito fechada e que não raramente se obstrui pela queda de galhos e árvores de espinho. O visual é muito bonito, especialmente nos dias de céu azul. De frente se avista as costas da Pedra Aguda à noroeste e a Pedra Amarela à nordeste. À leste ficam os picos do Marins e Marinzinho e ao norte o Pedrão e o Pico da Bandeira (Maria da Fé). A subida leva em torno de 1h40. Da Pedra da Estância não se avista a cidade de Itajubá, exceto pelo bairro Santa Rosa. Em compensação avista-se boa parte do vale do Sapucaí em direção à Piranguinho e Santa Rita do Sapucaí. A Pedra Vermelha fica pequena vista lá de cima e ao sul/sudoeste é possível ver as pedras de Piranguçu e o Pico dos Dias.

Pedra Aguda


A pedra mais badalada da cidade de Itajubá. Seus 1.570 m são vistos de praticamente de toda a cidade. Imponente ao lado do Pico do Galo, a Pedra Aguda tem o formato de uma pirâmide. Pode ser vista de alguns pontos de Campos do Jordão e da BR 459 a partir do bairro Pinhal Redondo. Ah, do Pico dos Marins é possível avistar a Pedra Aguda e da subida da Pedra Amarela, há um ponto em que a Pedra Aguda se alinha com o Pico dos Dias. Das montanhas de Maria da Fé é possível avistá-la brilhando no final da tarde e das pedras de Piranguçu, se destacando no amanhecer. Aliás, o Pôr do Sol e o cair da noite na Pedra Aguda é fenomenal. A subida até o topo se faz em 1h50 (desde a estrada do bairro Anhumas).

As quatro Pedras mais importantes do município de Itajubá permitem uma caminhada perfeita para os amantes do trekking e do hiking. Sempre é importante lembrar dos riscos dessas subidas (há perigos de queda, de picadas de insetos) e da necessidade de preparo físico, do uso de protetor solar e de se levar água para todo o percurso. Também não faz sentido deixar lixo ou fazer fogueiras nesses lugares tão especiais, que deveriam ser preservados para as gerações futuras. As fotos e vídeos desses lugares são um aperitivo para quem deseja se aventurar a subir e um refrigério para quem deseja apenas curtir esses lugares sensacionais.

Para ver alguns vídeos, acesse: https://www.youtube.com/channel/UCkKIFRHmgpmCZ7fSMu9fRQw


Pedra 

domingo, 15 de janeiro de 2023

Quem disse que Itajubá não tem lugar para diversão?

 Se você é itajubense ou convive com itajubenses, já deve ter ouvida a famosa frase: "Itajubá não tem nada para fazer", ou ainda: "a cidade x é muito melhor que Itajubá".

Em primeiro lugar, é importante colocar que não existe cidade perfeita. Umas são movimentadas e cheias de atrações, mas perigosas e até violentas (caso de muitas metrópoles brasileiras) ou com um trânsito estressante. Outras são calmas demais e parecem não ter atrativos, principalmente para a juventude.

Itajubá é uma cidade média (em torno de 100 mil habitantes) e, claro, tem seus pontos negativos: trânsito confuso, falta de um shopping center (inacreditável) e poucas opções de transporte público; mas certamente é uma cidade interessante: o parque municipal é um point imperdível.

Agora, se você gosta de aventura, contato com a natureza, aí sim, há muitas opções. Tem as elevadas montanhas e o visual deslumbrante: Pedra do Rio Manso (1.910 m de altitude, ponto mais elevado do município), Pedra Amarela (Torre da Panorama FM, 1.750 m), Pedra da Estância (1.640 m) e a Pedra Aguda (1.570 m). Tem o Mirante das Torres de TV. Há também as cachoeiras: cachoeira da Serra dos Toledos, do Poço Fundo, do Desfiladeiro, do Dique (na estrada da Serra dos Toledos), da Peroba, dos Pilões (após o bairro Rio Manso) e da Estância. Algumas dessas atrações são mostradas nas fotos a seguir. 

Alguns vídeos das montanhas de Itajubá e região podem ser vistos no canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCkKIFRHmgpmCZ7fSMu9fRQw


Visual de Itajubá, a partir da Pedra Amarela
                                            
Cachoeira da Serra dos Toledos

Estrada da Peroba

Após o Por do Sol na subida da Peroba

Estrada rural da Capetinga em direção a São José do Alegre

Vista da Pedra Aguda, antes do sol nascer (a partir de Piranguçu).

Vista da Pedra Aguda e Pico do Galo (a partir do bairro da Ilha).

Montanhas de Itajubá na neblina (vista de Piranguçu).

Pedra do Rio Manso (ponto mais elevado do município).

Visual do Parque Municipal de Itajubá.

Pedra Vermelha (vista da Pedra Aguda).

Centro da cidade visto do Mirante das Torres de TV.

Visual da cidade de Itajubá, a partir do alto da Morada do Sol.

Visual da cidade de Itajubá, a partir da Pedra Amarela.

Pedra da Estância vista da subida da Pedra Amarela.

Vista parcial de Itajubá, vista do alto do Parque Municipal.

Sol antes de se por sobre as montanhas de Itajubá.

Sol nascendo na Pedra Amarela (vista da subida da Pedra da Estância).

Visual de Itajubá (vista da Pedra Aguda).

Pedra do Rio Manso (vista do bairro do Rio Manso).

Centro de Itajubá (vista da Pedra Aguda).

Mar de montanhas visto da Pedra Aguda.


domingo, 31 de julho de 2022

Pedra do Rio Manso e Mirante do Penhasco

 Esse post vem contar mostrar um pouco dos dados geográficos da Pedra de Santa Rita do Rio Manso (ou Pedra do Rio Manso). Trata-se do ponto mais elevado do município de Itajubá com 1.910 m de altitude, na divisa com o município de Delfim Moreira. Sua subida pode ser feita pelos bairros da Peroba, do Rio Manso e do Rio Claro (Delfim Moreira). A subida pela Peroba é de menor desnível, mas a trilha após Pico da Peroba (alto da Peroba) é em mata muito fechada e pouco definida (fácil de se perder).

A subida pelo bairro Rio Manso é a mais complicada, com mais de 900 m de desnível (desde o bairro) e mais de 4,5 km de subida. O visual é excelente. É possível avistar montanhas ao Sul (Itajubá, Piranguçu, Brazópolis, Sapucaí Mirim, São Bento do Sapucaí-SP), Leste e Norte, conforme mostram as fotos.

Na subida pela mata fechada, quase já no topo tem o Mirante do Penhasco: uma pedra que se equilibra entre a mata e as outras pedras, com visual fantástico e na beira do abismo. Depois de atingir o ponto mais alto, há uma leve descida em uma trilha de bambuzinho e chega-se ao Mirante Norte, com visual para as montanhas de Maria da Fé, Cristina, Dom Viçoso, Pico dos Marins. Ali é impressionante o penhasco do lado do Mirante. Na trilha, após a área de acampamento, tem o Mirante Sul. Este é mais amplo e tem a visão da cidade de Itajubá e as pedras na divisa de estado.



Visual da esquerda para a direita: Pedra Bonita (Gonçalves/Sapucaí Mirim), Pedra Aguda (Itajubá), Pico dos Dias (Brazópolis), Pico do Galo (Itajubá), Pico do Machadão (Paraisópolis) e Pedra de São Domingos (Cambuí).

Visual da esquerda para a direita: Pedra Amarela (Itajubá), Pedra do Baú (São Bento do Sapucaí), Pedra da Chita e Pedra da Boa Vista (Piranguçu), Pedra Bonita (Gonçalves/Sapucaí Mirim) e Pedra Aguda (Itajubá).


Mirante do Penhasco.


Visual norte, a partir do Mirante Sul.


Visual de Itajubá (Mirante Sul).


Visual da Pedra Branca (Mirante Sul).


Mirante do Penhasco.


Abismo visto do Mirante Norte.


Subida desde o bairro Rio Manso.


Vista da Pedra, a partir da subida. Mirante norte à esquerda e sul à direita.