Visitantes

Eu amo montanhas

Eu amo montanhas
Montanhas...

Welcome to Vinicius Montgomery Blog

Você é sempre bem-vindo. Deixe seus comentários, críticas construtivas e sugestões. Volte sempre. Muito Obrigado.



You´re always welcome. Let your comments, positive critics and suggestions. Please come back soon. Thank you very much!

Pesquisar este blog

Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

De Itajubá a Poços de Caldas

Hoje fui de Itajubá a Poços de Caldas. Uma viagem tranquila de 2h30 por aproximadamente 170 km (um pouco mais).

Não pude deixar de observar e fotografar as belas imagens de Serras, Montanhas, Cidades, Árvores no caminho.

A estrada de Itajubá a Pouso Alegre está bem cuidada, mas com poucos pontos de ultrapassagem e com muitos caminhões. Não existe terceira pista nas subidas. E para piorar, colocaram faixa elevada em plena BR (coisa de um país ridículo que esfola seus cidadão com os impostos e não investe na infraestrutura). De Pouso Alegre a Poços, a estrada fica bem melhor. Há pequenos trechos duplicados e nas subidas existe a terceira pista, que facilita muito.

A natureza é exuberante no Sul de Minas. Minas é um mar de montanhas. Difícil não se apaixonar por esse lugar.

 Árvore "da vida" na chegada de Ipuiuna

 Mirante de Pedra entre Ipuiuna e Senado José Bento

 Pedra Redonda em Santa Rita de Caldas

 Visual de Senador José Bento

Manhã de verão em Senador José Bento

Montanhas do Sul de Minas (visual Sul - divisa com São Paulo) 

 Poços de Caldas

 Montanhas de Caldas

Montanhas elevadas na entrada de Caldas 

Montanhas de Senador José Bento (lado de Ouro Fino)

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

São Thomé das Letras - Minas Gerais

Esse post vai contar um pouco da minha experiência da viagem de Itajubá à São Thomé das Letras nesse começo de 2018 (dias 8, 9 e 10 de janeiro).
Saímos de Itajubá por volta de 9:40h e estava chovendo. No caminho por diversas vezes a chuva engrossou. Até a entrada de Caxambu foram 100 km (passando por Maria da Fé, Cristina e São Lourenço). Ao meio dia chegamos em Cruzília (129 km de Itajubá). Daí em diante seria por estrada de terra. Uma parada para almoço e logo seguimos rumo à São Thomé das Letras.

Em uma estrada de terra batida quase sem buracos, apesar da chuva, alguns quilômetros após sair de Cruzília, nos deparamos com uma igreja belíssima no alto de uma colina. Logo mais adiante chegamos em uma bifurcação. À esquerda iríamos direto para São Thomé, mas o objetivo era chegar na Pousada Muro de Pedra em Sobradinho (distrito de São Thomé), por isso pegamos a estrada à direita. Depois de muitas subidas e descidas e de paradas para fotos em meio às montanhas, chegamos em mais um trevo: à esquerda a estrada para São Thomé e à direita já avistamos o portal de Sobradinho.

36 km depois de Cruzília chegamos na pousada Muro de Pedra às 13:30h. Ou seja, 165 km de Itajubá e um pouco mais de 3 horas depois de sair de Itajubá. Da pousada até o trevo de Sobradinho (trevo do João Cota) são aproximadamente 8 km. Na volta resolvemos ir por outra estrada e passar por Águas de Contendas. Saímos da Pousada por volta de 10:40h e chegamos em casa de volta às 15:50h, com parada em São Lourenço para almoço e fotos na Maria Fumaça.

O caminho até Águas de Contendas (Conceição do Rio Verde) é bem pior que a estrada de São Thomé a Cruzília ou a Baependi. A estrada de aproximadamente 24 km do trevo próximo da cachoeira Véu da Noiva até Conceição do Rio Verde é cheio de subidas, pedras, buracos e alguns atoleiros. Trata-se de uma região pouco habitada, com sinalização precária e onde o sinal de celular não chega. Portanto, existe um grande risco de se perder, que foi o que nos aconteceu quando já estávamos bem próximos de Águas de Contendas. Muitas bifurcações que confundem.

Só para registro, de Sobradinho até o trevo perto do Camping do Jhony são 16 km. Dali até o trevo da Cachoeira Véu da Noiva são aproximadamente 10 km. Portanto, de Sobradinho até São Thomé são 19 km e até Águas de Contendas 50 km.

São Thomé das Letras é uma cidade bastante pequena e com a infraestrutura precária. A maior parte das ruas são de pedras irregulares que proporcionam muitos solavancos aos passageiros dos carros. O ideal mesmo é ir com um carro de suspensão elevada. Em torno da praça principal há inúmeros restaurantes e cafés, bancos e um supermercado. 

A Igreja Matriz apesar de muito bonita não está em um bom estado de conservação. Imperdível mesmo é a Igreja de Pedra próxima à rodoviária da cidade.

Para se alcançar o Cruzeiro e a Casa de Pedra no ponto mais elevado da cidade, há a opção de ir de carro até mais próximo (com muitos solavancos) ou a pé a partir da praça principal. Até lá o turista enfrenta uma caminhada leve de aproximadamente 15 minutos (ruim para pessoas sem preparo físico ou problemas de locomoção). O visual do lugar, por outro lado, é espetacular.

Desse ponto elevado avistam-se em 360º as montanhas e vales do Sul de Minas Gerais, em um espetáculo único, principalmente do por do sol (que em Janeiro acontece próximo de 19:50h). É possível avistar para o lado leste, o Pico do Papagaio em Aiuruoca, para o Sul a Pedra Branca (Pedralva/Conceição das Pedras), para o sudeste a Serra das Agulhas Negras e Serra Fina (Itamonte/Passa Quatro) e para oeste e norte as ondulações montanhosas que seguem a Fernão Dias.

Outros ponto visitado que merece destaque é o Pico do Gavião (1400m). A estrada de Sobradinho até próximo do Pico é razoável até a igrejinha amarela (já no alto da serra). Dali em diante, carro comum não chega e é preciso pegar trilhas (com pedras de tamanho e cores diferentes, especialmente brancas e amarelas). O visual é espetacular. Imagino que deva ser fantástico se acampar por ali.

A Cachoeira de Sobradinho é espetacular. Nunca tinha vista uma cachoeira de águas tão límpidas e cristalinas. As pedras são thomé que cobrem o leito do rio (estreito e de baixa profundidade) faz parecer que são várias piscinas naturais. Excelente para banho. Visitamos ainda a Cachoeira da Lua (pequena, mas com um poço grande para banho) e a Cachoeira do Flávio (grande volume de água e propícia para banho).

Infelizmente, o pequeno tempo de visita não nos permitiu visitar outras inúmeras atrações de São Thomé das Letras, como as grutas e as outras diversas cachoeiras e montanhas. Para quem deseja fazer um passeio de pouco luxo e muita aventura, ar puro, misticismo (não é minha praia) e as famosas comida e conversa mineira, São Thomé é uma ótima escolha.

Seguem algumas fotos:

Visual das montanhas do Sul de Minas

 Pedra da Bruxa

 Cachoeira do Flávio

Cachoeira de Sobradinho 

Igreja de Pedra 

Por do Sol em São Thomé das Letras 

 Flor selvagem próximo ao Pico do Gavião

Cruzeiro de São Thomé

 Igreja Matriz de São Thomé das Letras

 Placa próximo a Cachoeira do Flávio

Visual do Pico do Papagaio (Aiuruoca) 

Trevo do Sobradinho (à esquerda, caminho para Cruzília) 

Visual da Pedra Branca (Pedralva/Conceição das Pedras) 

Trevo do Camping do Jhony (À esquerda, caminho de Sobradinho. À direita, Cachoeira do Flávio). 

Casa de Pedra (ponto de observação do Por do Sol)

domingo, 10 de setembro de 2017

Pedra do Rio Manso, ponto mais elevado do município de Itajubá-MG

No dia 09/09/2017 estive mais um vez na Pedra de Santa Rita do Rio Manso, ponto mais elevado do município de Itajubá. Dessa vez, foi apenas eu e o Manfred. Gastamos aproximadamente 3h30m para subir os 1.918 m da Pedra (medição com GPS do app Sports-tracker). Anteriormente o GPS (Garmin) havia marcado 1.906m. Foram 1.043 m de desnível e 5,4 km de caminhada morro acima.

Apesar do tempo levemente nublado, as fotos, como sempre ficaram muito boas.

Trata-se de uma subida não recomendada para quem não tenha preparo físico. Por ser uma subida bastante inclinada e pouco frequentada, a trilha estava com muito mato (mato alto) e escorregadia. O risco de queda é iminente a quase todo instante. É preciso muito cuidado e um stick (bastão) ajuda bastante na tarefa de subir e descer. Também é muito importante levar bastante água. Ontem o tempo estava quente e seco. A dificuldade dessa subida é equivalente a do Pico do Itaguaré (Passa Quatro-MG).

Seguem algumas fotos.

 Pedra do Rio Manso vista do meio do caminho da subida.

 Visual das montanhas no meio do caminho até o topo.

 Bandeira mineira e as montanhas de Minas.

 Minas Gerais é demais...

 Topo da montanha.

 Penhasco da Pedra do Rio Manso.

 Visual de Itajubá.

Visual do lado norte.

Visual dos lados sul, oeste e norte.

domingo, 13 de agosto de 2017

Pedra da Divisa - Piranguçu - MG

A Pedra da Divisa é um dos pontos mais elevados do município de Piranguçu. Apesar de ser de altitude inferior à Pedra da Chita (1890m), sua altitude medida pelo GPS (1850m) é superior à Pedra da Boa Vista (1800m). A vista proporcionada pela Pedra da Divisa é espetacular. Avistam-se o Pico dos Dias (Observatório Nacional de Astrofísica em Brazópolis), o distrito de Luminosa, o lago da Represa Vila Maria e partes das cidades de Campos do Jordão e Itajubá.

Para acessar a Pedra é preciso seguir no caminho da Vila Maria para Campos do Jordão. 1 km aproximadamente após a divisa de Estados, já no Estado de São Paulo, pega-se a antiga estrada para o distrito de Luminosa (atualmente bem conservada, sendo possível até a passagem de carros mais baixos). Após percorrer alguns quilômetros chega-se a um lugar de oração (santuário) à direita da estrada. Há uma subida bem puxada e depois uma descida. Chega-se a um portão (vermelho) e começa um trecho de descida por dentro da mata (bem fechada). Depois há uma bifurcação. Em frente continua o caminho para Luminosa (estrada já sem tanta conservação). À direita começam as subidas mais íngremes até um ponto de observação. Alguns metros à frente, chega-se ao campinho (lugar possível de montar acampamento). Dali já é possível avistar o totem no alto da Pedra da Divisa. Mais uma descida e outra subida. Finalmente há uma descida até a mata e depois a subida final da Pedra.

Total de caminhada desde a estrada principal da Vila Maria (quase 6km). Tempo gasto de subida: aproximadamente 2h. Tempo de descida: 1h45m. Uma caminhada e tanto, não recomendada para quem não está em dia com o preparo físico.

A seguir algumas fotos.

Totem da Pedra da Divisa (e visual da Pedra do Baú)


Caminho da Pedra da Divisa

 Chegada no topo da Pedra da Divisa.

Por do Sol na Pedra da Divisa.

Hora de agradecer a Deus pelas suas maravilhas.

Lago da Vila Maria.

Mirante na Pedra da Divisa.

Totem da Pedra da Divisa visto da subida.

Itajubá, lá longe.

Itajubá após o anoitecer.

Topo da Pedra da Chita.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Por do Sol na Pedra Amarela e Pedrão em Julho de 2017

O mês de Julho é especialmente bonito nos arredores de Itajubá. O céu azul e o vento frio de inverno deixam a paisagem das montanhas mineiras linda. O por do sol é um espetáculo à parte. Nesse post coloco algumas fotos do Pedrão (entre Maria da Fé e Pedralva) e da Pedra Amarela (em Itajubá na divisa com Delfim Moreira, na serra da Água Limpa).

 Ipê amarelo começando a florir e a Serra da Pedra Amarela.

 Araucária e o mar de montanhas de Itajubá.

Por do Sol nas montanhas de Itajubá e a Araucária.

 Paineira na subida da Pedra Amarela.

 Sucessão de montanhas.

 Montanhas e araucária.

 Pico dos Marins despontando atrás da serra.

 Alinhamento do Pico dos Dias e da Pedra Aguda.

 Sol no final da tarde de Itajubá.

 Vale do Rio Claro (Delfim Moreira).

 Lua na mata atrás da Prefeitura de Itajubá.

 Por do Sol no Pedrão.

 Bandeira de Minas Gerais e a Serra da Pedra Branca.

 Bromélia no alto do Pedrão.

 Por do Sol nas montanhas do Sul de Minas.

 Árvore no Pedrão.

 Serra da Pedra Branca vista do Pedrão.

Visual do Pico dos Marins e da Pedra do Rio Manso.

 Itajubá escondida nas montanhas.

Pedra Amarela e a Pedra do São João (primeiro plano).