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Eu amo montanhas

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Montanhas...

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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Itajubá é demais...

Um fenômeno que deveria ser objeto de estudo acontece na cidade de Itajubá-MG: conheço muitos itajubenses que criticam a própria cidade. Engraçado não perceberem que todas as cidades do mundo tem pontos fortes e pontos fracos. Eu também critico a infraestrutura da cidade. Uma cidade tão importante não deveria ter apenas a BR459 como ligação para São Paulo, Rio e BH. Não faz sentido essa BR passar no meio da cidade. Não temos um aeroporto, não temos a ligação com Campos do Jordão, não temos outra alternativa de asfalto para Piranguinho, por exemplo, não temos um Shopping Center, o trânsito é caótico e piora a cada ano, etc. Mas qual cidade não tem problemas?
Esses itajubenses que criticam a cidade são aqueles que nunca pegaram uma estrada de terra para ver as maravilhas da Serra da Mantiqueira que cerca a cidade.
Esse post é para mostrar um pouco daquilo que os olhos da maioria não pode ver.

A Pedra Aguda é o terceiro ponto mais elevado do município de Itajubá. Segundo a medição pelo GPS, são 1.573 m de altitude.

Para alcançar o topo da Pedra Aguda há dois caminhos. Um deles pelo pasto e o outro pela estradinha que leva ao Abrigo da Triboo. Pelo pasto (mais complicado, pois, o mato é alto e a trilha não é bem definida, gastam-se aproximadamente 2h até o topo (para pessoas com um certo condicionamento físico). Pela estrada da Triboo são 2h e 20 minutos. A subida na trilha da mata é bastante íngrime e necessita de um bom condicionamento físico. Essa subida leva aproximadamente 1h.

O desnível, desde a estrada entre o bairro Anhumas e Berta até o topo da Pedra é de 830 metros. São 3,6 km de caminhada morro acima. Mas o visual é espetacular.

Seguem algumas fotos dessa subida do dia 15/06/2017.

Início da subida.
 Vista leste da Pedra Aguda
 Visual do Topo da Pedra Aguda
 Minas, mar de montanhas
 Visual parcial de Itajubá
 A cerca e as montanhas
 Itajubá lá em baixo...
 Pico do Galo em primeiro plano
 Itajubá é linda demais...
 Visual do lado leste...
 Itajubá do alto
 All colors...
 Itajubá e o Pedrão...

terça-feira, 2 de maio de 2017

Pico do Itaguaré

No feriado da sexta feira da paixão de Cristo resolvemos encarar a subida do Pico do Itaguaré. Saindo de Itajubá por volta de 5h30 da manhã, por volta de 7h estávamos no acampamento base do Itaguaré. O caminho seguido foi o de Delfim Moreira e Marmelópolis. Após passar por Marmelópolis seguimos por estrada de terra até um cruzamento. Hávia três caminhos possíveis. Um morador local nos orientou seguir pelo caminho do meio. Cruzamos uma ponte e viramos à direita (o caminho da esquerda após a ponte levaria à Pousada Maeda. Existe uma sinalização precária, mas após a Igreja do bairro é preciso virar a direita. 8 km após esse bairro se chega ao acampamento base (distante aproximadamente 70 km de Itajubá).

A caminhada rumo ao Itaguaré inclui a travessia de um ribeirão de águas cristalinas dentro de uma mata nativa bastante fechada. 25 minutos depois do início da caminhada, atravessamos o ribeirão pela terceira e última vez. Quem for subir o Itaguaré precisa aproveitar para abastecer de água nesse ponto. Um pouco mais de meia hora mata adentro (cerca de 1 hora de caminhada desde do acampamento base) chega-se a uma pedra enorme no meio do caminho. Uma pausa para o descanso e para observar como a natureza é preservada nesse lugar. Subimos por mais 1 hora por dentro da mata. A trilha em alguns pontos apresentava degraus elevados (como aqueles encontrados na mata que sobe para a Pedra Aguda de Itajubá). Após um pouco mais de 2 horas de caminhada mata adentro, chega-se a um paredão de Pedra. É preciso subir esse paredão pela sua direita se agarrando às fendas (subida pesada e relativamente perigosa). Depois de superado o paredão, chega-se a uma planície cheio de pedras e já com um visual incrível tanto do lado do Vale do Paraíba, quanto das montanhas de Minas Gerais. Apesar de encontrar muita neblina, foi possível ver a imponência da Serra Fina à esquerda.

Entre as duas montanhas de pedras que formam a base da formação rochosa do Itaguaré há lugar para acampamentos. Nesse momento, paramos para descansar após 2 horas e 40 minutos de subida. Precisamos esperar um certo tempo, pois, a neblina cobria completamente o cume do Itaguaré. Um grupo chegou para acampanhar e como a neblina tinha se reduzido, resolvemos ir ao ataque final. Mais 1 hora de subida por meio das pedras. Embora haja tótens de pedra que ajudam a marcar a trilha, por alguns momentos nos sentimos perdidos.

Finalmente, após 3h45 (descontando as paradas), chegamos ao topo do Itaguaré. O céu estava nublado, mas foi possível contemplar a beleza do lugar, parte do Vale do Paraíba e as montanhas mineiras que formam um mar de montanhas. Para acessar o livro do Itaguaré seria preciso passar pela pedra que serve de passarela em meio a um abismo inacreditável. Estávamos em 4, mas apenas o amigo Adalto resolveu se arriscar. Ele chegou até o livro. Eu e os outros dois do grupo ficamos ali na parte mais plana para alimentar e fotografar. Deu para perceber a enorme coragem daqueles que fazem a travessia Itaguaré-Marins. O pico dos Marins e Marinzinho ficavam bem ali, imponentes, mas o caminho pedregoso e acidentado parecia bem árduo para transpor.

Depois de mais de 1 hora de fotos e conversas com algumas pessoas que ali encontramos, resolvemos iniciar a descida. Já com as pernas cansadas e com muito pouca água, a descida parece ser bem pior que a subida. As 3h17 de descida até o acampamento base pareciam infinitas. Era preciso transpor o labirinto até o riacho da base do Itaguaré. Passado o riacho e a base onde se acampa, iniciamos a descida do paredão de pedra. A dificuldade era bem maior e o risco de queda iminente. Era preciso cuidado para não escorregar. Um acidente ali seria pra lá de complicado. A única forma de resgate parece ser o helicóptero.

Chegada a mata, a dificuldade continuava grande, afinal, seria preciso transpor os degraus da trilha em meio a mata. No caminho encontramos muitos outros aventureiros subindo a mata do Itaguaré. Exaustos e já completamente sem água, chegamos no riacho. Foi a chance de se refrescar e recompor as energias para o fim da trilha. Por volta de 4 horas da tarde, finalmente chegamos no acampamento base. Foi um alívio geral poder sentar, descansar um pouco e voltar para casa.

Essa grande aventura e o saborear das fotos gera uma sensação de conquista indescritível. O lugar é alto demais e a vista linda, mas o esforço é grande demais. Não é recomendado para quem está sem preparo físico. Não se deve deixar de levar bastante água e alguma coisa para comer. Não se pode descuidar do sol (é preciso protetor solar).

 Base do Itaguaré
 Adalto no topo do Itaguaré
 A face norte do Itaguaré
 A Serra Fina envolta nas nuvens
 O lado paulista da Serra
 A fenda para o abismo
 Marins à esquerda e Marinzinho à direita
 Os quatro aventureiros
Flor da montanha

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Por do Sol no circuito dos Olivais

Prezados leitores, nesse post quero lhes contar de um dos lugares mais espetaculares que conheço no Sul de Minas para observar o Por do Sol. Fica no meio das montanhas entre Maria da Fé e Pedralva.
Para chegar a partir de Maria da Fé, é preciso seguir na estrada de terra que passa pelo Ceasa e pela Fazenda Maria da Fé. Alguns metros após a Fazenda Maria da Fé encontra-se uma bifurcação. Aliás, são 3 caminhos diferentes. O caminho da direita leva ao bairro do Despropósito (município de Cristina). O caminho do meio leva a uma Fazenda e o caminho da esquerda sobe em direção aos Olivais.

Após algumas subidas íngremes (dá pra chegar de carro tranquilamente), chega-se no ponto mais elevado da estrada, onde existe um campo de oliveiras. A estrada segue adiante, agora no plano e de repente, começa a descer em direção a Pedralva. Pouco mais de 1 km de descida e a estrada tem uma bifurcação à direita. Tomando a estrada da direita alguns poucos metros e chegamos nesse lugar espetacular para observar o Por do Sol.

Uma pena não ter investimentos público/privado para fazer desse lugar um ponto turístico. Se o proprietário fizesse um barzinho com um deck para observar o Por do Sol, com ceteza faria um ótimo negócio. Mas... Minas Gerais tem disso. Lugares espetaculares, porém inexplorados.

 Montanhas de Minas Gerais

 Por do Sol na Serra da Mantiqueira

 Árvore no alto da Serra

 Final de Tarde em Minas Gerais

Sunset 

Lua crescente


sábado, 8 de outubro de 2016

Lago do Parque da Cidade em Itajubá

Está surgindo em Itajubá um novo ponto de lazer para Itajubenses e visitantes. Trata-se do Lago do Parque da Cidade, próximo à Prefeitura e ao Teatro Municipal. Aqui seguem algumas fotos.







domingo, 4 de setembro de 2016

Ipê da Praça Getúlio Vargas em Itajubá

Ipê Branco da Praça Getúlio Vargas em Itajubá, 04/Set/2016.



domingo, 28 de agosto de 2016

O caminho da Peroba em Itajubá

Os bairros Peroba e Serra dos Toledos ficam em uma região montanhosa e muito bonita de Itajubá. O acesso a esses bairros se faz pela BR 383, pelo bairro Retiro. Até a Peroba são aproximadamente 18 km. A Serra dos Toledos fica a 11 km do centro da cidade de Itajubá. Os dois bairros rurais tem atrativos naturais espetaculares como se pode observar nas fotos aqui.

Árvore ilustrando o vale do Rio da Peroba

Árvore no caminho entre a Peroba e a Serra dos Toledos

Visual do Pedrão

Caminho da Peroba

Montanhas do Sul de Minas, visão da Serra dos Toledos no final da tarde

Caminho tranquilo em direção ao bairro Peroba

Visual do Pedrão ao longe

Final de tarde no caminho da Peroba

Ponto mais elevado da estrada para a Peroba

Queda d´água próxima ao Dique

Cachoeira da Serra dos Toledos

domingo, 21 de agosto de 2016

Paisagens maravilhosas de Itajubá

A cidade de Itajubá, com aproximadamente 100 mil habitantes é espetacular. Apesar da hospitalidade fantástica do seu povo, de sua comida sem igual, de suas escolas e empresas que geram riquezas para o Brasil e o mundo, muitas vezes, os próprios itajubenses criticam a cidade. Muitos itajubenses pensam que a cidade não tem atrativos e lugares para entretenimento. Um olhar mais atento, entretanto, pode perceber que a cidade tem lugares mágicos onde a natureza se mistura com as construções e instituições da cidade.

Seguem aqui algumas fotos para aqueles que apreciam a beleza natural de Itajubá.