Visitantes

Eu amo montanhas

Eu amo montanhas
Montanhas...

Welcome to Vinicius Montgomery Blog

Você é sempre bem-vindo. Deixe seus comentários, críticas construtivas e sugestões. Volte sempre. Muito Obrigado.



You´re always welcome. Let your comments, positive critics and suggestions. Please come back soon. Thank you very much!

Pesquisar este blog

Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 15 de janeiro de 2023

Quem disse que Itajubá não tem lugar para diversão?

 Se você é itajubense ou convive com itajubenses, já deve ter ouvida a famosa frase: "Itajubá não tem nada para fazer", ou ainda: "a cidade x é muito melhor que Itajubá".

Em primeiro lugar, é importante colocar que não existe cidade perfeita. Umas são movimentadas e cheias de atrações, mas perigosas e até violentas (caso de muitas metrópoles brasileiras) ou com um trânsito estressante. Outras são calmas demais e parecem não ter atrativos, principalmente para a juventude.

Itajubá é uma cidade média (em torno de 100 mil habitantes) e, claro, tem seus pontos negativos: trânsito confuso, falta de um shopping center (inacreditável) e poucas opções de transporte público; mas certamente é uma cidade interessante: o parque municipal é um point imperdível.

Agora, se você gosta de aventura, contato com a natureza, aí sim, há muitas opções. Tem as elevadas montanhas e o visual deslumbrante: Pedra do Rio Manso (1.910 m de altitude, ponto mais elevado do município), Pedra Amarela (Torre da Panorama FM, 1.750 m), Pedra da Estância (1.640 m) e a Pedra Aguda (1.570 m). Tem o Mirante das Torres de TV. Há também as cachoeiras: cachoeira da Serra dos Toledos, do Poço Fundo, do Desfiladeiro, do Dique (na estrada da Serra dos Toledos), da Peroba, dos Pilões (após o bairro Rio Manso) e da Estância. Algumas dessas atrações são mostradas nas fotos a seguir. 

Alguns vídeos das montanhas de Itajubá e região podem ser vistos no canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCkKIFRHmgpmCZ7fSMu9fRQw


Visual de Itajubá, a partir da Pedra Amarela
                                            
Cachoeira da Serra dos Toledos

Estrada da Peroba

Após o Por do Sol na subida da Peroba

Estrada rural da Capetinga em direção a São José do Alegre

Vista da Pedra Aguda, antes do sol nascer (a partir de Piranguçu).

Vista da Pedra Aguda e Pico do Galo (a partir do bairro da Ilha).

Montanhas de Itajubá na neblina (vista de Piranguçu).

Pedra do Rio Manso (ponto mais elevado do município).

Visual do Parque Municipal de Itajubá.

Pedra Vermelha (vista da Pedra Aguda).

Centro da cidade visto do Mirante das Torres de TV.

Visual da cidade de Itajubá, a partir do alto da Morada do Sol.

Visual da cidade de Itajubá, a partir da Pedra Amarela.

Pedra da Estância vista da subida da Pedra Amarela.

Vista parcial de Itajubá, vista do alto do Parque Municipal.

Sol antes de se por sobre as montanhas de Itajubá.

Sol nascendo na Pedra Amarela (vista da subida da Pedra da Estância).

Visual de Itajubá (vista da Pedra Aguda).

Pedra do Rio Manso (vista do bairro do Rio Manso).

Centro de Itajubá (vista da Pedra Aguda).

Mar de montanhas visto da Pedra Aguda.


domingo, 31 de julho de 2022

Pedra do Rio Manso e Mirante do Penhasco

 Esse post vem contar mostrar um pouco dos dados geográficos da Pedra de Santa Rita do Rio Manso (ou Pedra do Rio Manso). Trata-se do ponto mais elevado do município de Itajubá com 1.910 m de altitude, na divisa com o município de Delfim Moreira. Sua subida pode ser feita pelos bairros da Peroba, do Rio Manso e do Rio Claro (Delfim Moreira). A subida pela Peroba é de menor desnível, mas a trilha após Pico da Peroba (alto da Peroba) é em mata muito fechada e pouco definida (fácil de se perder).

A subida pelo bairro Rio Manso é a mais complicada, com mais de 900 m de desnível (desde o bairro) e mais de 4,5 km de subida. O visual é excelente. É possível avistar montanhas ao Sul (Itajubá, Piranguçu, Brazópolis, Sapucaí Mirim, São Bento do Sapucaí-SP), Leste e Norte, conforme mostram as fotos.

Na subida pela mata fechada, quase já no topo tem o Mirante do Penhasco: uma pedra que se equilibra entre a mata e as outras pedras, com visual fantástico e na beira do abismo. Depois de atingir o ponto mais alto, há uma leve descida em uma trilha de bambuzinho e chega-se ao Mirante Norte, com visual para as montanhas de Maria da Fé, Cristina, Dom Viçoso, Pico dos Marins. Ali é impressionante o penhasco do lado do Mirante. Na trilha, após a área de acampamento, tem o Mirante Sul. Este é mais amplo e tem a visão da cidade de Itajubá e as pedras na divisa de estado.



Visual da esquerda para a direita: Pedra Bonita (Gonçalves/Sapucaí Mirim), Pedra Aguda (Itajubá), Pico dos Dias (Brazópolis), Pico do Galo (Itajubá), Pico do Machadão (Paraisópolis) e Pedra de São Domingos (Cambuí).

Visual da esquerda para a direita: Pedra Amarela (Itajubá), Pedra do Baú (São Bento do Sapucaí), Pedra da Chita e Pedra da Boa Vista (Piranguçu), Pedra Bonita (Gonçalves/Sapucaí Mirim) e Pedra Aguda (Itajubá).


Mirante do Penhasco.


Visual norte, a partir do Mirante Sul.


Visual de Itajubá (Mirante Sul).


Visual da Pedra Branca (Mirante Sul).


Mirante do Penhasco.


Abismo visto do Mirante Norte.


Subida desde o bairro Rio Manso.


Vista da Pedra, a partir da subida. Mirante norte à esquerda e sul à direita.


sábado, 23 de julho de 2022

Cruzeiro da Boa Vista

 O Cruzeiro da Boa Vista se localiza a 1.675 m de altitude na Serra da Boa Vista. O Cruzeiro fica a 3,75 km do bairro da Usina em Piranguçu, com desnível de 630 metros.

O visual é deslumbrante. É possível avistar o Pico dos Marins, Marinzinho e Itaguaré. Também se avista a Serra da Pedra Branca, o Pedrão, a Pedra Aguda, a Pedra Amarela e a Pedra do Rio Manso, além das cidades de Itajubá e Piranguçu.


Cruzeiro da Boa Vista


Visual do Pico do Itaguaré, Marinzinho e Marins.


Tracking da subida (em verde o Cruzeiro).


Visual da Pedra Aguda, Pedra Amarela e Pedra do Rio Manso.

Pedra da Piedade, Pedrão e Pedra Branca.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

De Itajubá a Virgínia por estradas de Terra

 Nesse post vou contar mais duas opções de estrada entre Itajubá e Virgínia. Na viagem de ida, pegamos o trecho de asfalto em direção a Maria da Fé. No trevo das Posses entramos aí. A partir do bairro das Posses, a estrada é de terra, mas de boa qualidade. Até mesmo na descida para Pintos Negreiros, a estrada é muito boa. São paisagens espetaculares de montanhas por todos os lados e na descida para Pintos Negreiros é possível avistar o vale do Rio Verde. De Itajubá a Pintos Negreiros foram 42 km. Mais 9 km e já estávamos em Dom Viçoso. Alguns trechos com pedras, mas a estrada ainda é boa.

Fomos informados que a estrada que liga Dom Viçoso a Virgínia teve uma ponte que caiu. Tivemos que ir até o bairro Bocaina (asfalto) e dali pegamos outra estrada de terra (com alguns trechos ruins) até a entrada de Virgínia. Foram mais 17 km do bairro Bocaina a Virgínia. No total 77 km entre Itajubá e Virgínia por esse trecho, com paisagens deslumbrantes.

Na volta, subimos pelo vale do Sertãozinho a partir do Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira. A estrada estava supreendemente boa. Do hotel até o alto da serra foram 9 km de estrada muito boa, apesar de ser de terra. Estrada bem melhor que a outra opção a MG-350 (Virgínia-Marmelópolis). Depois de atingir o alto da serra, alguns quilômetros abaixo é possível chegar à Estrada Elevada, antes de descer pelo bairro Correias. Alguns quilômetros mais e chegamos ao trevo do Mogiano, já na beira do Rio Lourenço Velho, que aliás, é um espetáculo à parte. Talvez um dos rios mais lindos do Brasil, com suas múltiplas corredeiras em direção a Itajubá.

Depois de atravessada a ponte do Lourenço Velho, há a estrada da Barra (Delfim Moreira). A estrada é bem pior (cheia de pedras e buracos). A Barra é quase como uma pequena cidade. Ali há duas opções até Itajubá: pela estrada do Rio Claro ou pelo Rio Manso. Optamos pelo Rio Manso, já no município de Itajubá. O rio Lourenço Velho segue dando show ao lado da estrada, que é muito ruim (pedras e buracos). Da Barra até o Rio Manso são 9,5 km e do Rio Manso até o Ano Bom, quando se encontra o asfalto entre Maria da Fé e Itajubá são 8,5 km. Enfim do Hotel até Itajubá são apenas 53 km. A estrada não é boa em um longo trecho entre o Ano Bom e o trevo do Mogiano-Correiras, mas as paisagens são espetaculares. Confira algumas imagens.


Subindo a Serra
Visual da Pedra do Rio Manso - Mata de cima (Maria da Fé)
Visual do Itaguaré, Marinzinho e Marins, antes de começar a descer para Pintos Negreiros.
Visual da Serra de Pintos Negreiros da Estrada Elevada.
Trecho da Estrada Elevada.
Trevo do Campo Feio.
Cachoeira da Barra.
Visual de Virgínia.
Estrada Elevada.
Casarão antigo do outro lado do rio no Rio Manso.
Visual da Pedra do Rio Manso (Correias).
 

domingo, 17 de abril de 2022

Pedra da Divisa - Piranguçu/Brazópolis (MG)/São Bento do Sapucaí (SP)

O caminho para a Pedra da Divisa fica a aproximadamente 38 km de Itajubá (MG). Na BR383 em direção a Campos do Jordão, após Piranguçu (MG), uma estrada de terra em condições razoáveis, mas com trechos de muita pedra, chega-se à Vila Maria (onde fica a Represa da Usina de São Bernardo - CEMIG). O visual da represa é espetacular, principalmente no início do dia e no final da tarde. Após a sede do bairro Vila Maria alguns metros adiante tem-se a fronteira de estados MG/SP. Aproximadamente 1 km depois tem a entrada da antiga estrada para Luminosa. Aí começa a caminhada para a Pedra da Divisa. A Pedra tem altitude máxima de 1.847 m e fica entre os municípios mineiros de Brazópolis e Piranguçu, além de São Bento do Sapucaí em SP. Caminhada de 1h45 desde a estrada da Vila Maria. Considerada uma caminhada de dificuldade média, é preciso cuidado com quedas (abismo) e com a proteção contra o sol forte e o vento frio do lugar.

Recomendamos fortemente a preservação do lugar (não deixar lixo: plástico, vidro, papel) e também cuidado para não mudar as pedras do lugar. Infelizmente agora em 2022, um tótem de pedras que parecia uma bandeira simplesmente desapareceu. Muito provavelmente por vandalismo, jogaram as pedras abismo abaixo.

A Pedra da Divisa tem um visual espetacular das montanhas do Sul de Minas. Avistam-se parcialmente as cidades de Itajubá, Piranguçu e Campos do Jordão. É possível visualizar o lago da represa da Vila Maria, os picos do Marins e Marinzinho do lado leste e do lado norte as Pedras da Chita (muito próxima), Pedra da Boa Vista e Pico dos Dias. Também avistam-se a Pedra Aguda em Itajubá e o Pico da Bandeira em Maria da Fé. É possível avistar Luminosa, logo abaixo, e a Pedra do Baú do lado sul, além da Pedra Bonita (Sapucaí Mirim) e a Pedra de São Domingos (Cambuí).

História: a Pedra da Divisa foi batizada com esse nome recentemente. No ano de 2016, quando ainda não conhecíamos a trilha e havia uma confusão entre os nomes e a localização das Pedras na Divisa entre MG e SP, o pessoal de Piranguçu chamava de Pedra da Chita o que na verdade é a Pedra da Boa Vista. Depois de pesquisar e conversar com moradores locais, ficamos sabendo que a Pedra da Chita tem uma trilha por dentro de propriedade particular e fica entre as Pedras da Boa Vista e da Divisa (até então sem nome). A Pedra da Divisa fica no caminho da antiga estrada entre Luminosa (Brazópolis) e a Vila Maria (Piranguçu), mas a estrada se inicia no Estado de São Paulo em São Bento do Sapucaí. Em uma dessas subidas em 2017, encontramos um morador antigo, que trabalha há décadas com gado nas fazendas da proximidade da Pedra. Ao perguntar-lhe o nome da Pedra, ele explicou que a Pedra da Chita ficava em frente e que a Divisa não tinha nome, mas que cada vez que subia para encontrar o gado levava uma pedra pra fazer um tótem. Ao observar o mapa (Google) percebemos que a trilha para a Pedra atravessa a divisa dos estados de MG e SP por diversas vezes. Daí resolvemos chamá-la de Pedra da Divisa.

                                                            Visual da Pedra Bonita
                                                    Visual das montanhas sudoeste.
                                                            Visual da Pedra Grande
                                                                       Vista de Itajubá
                                                    Lua cheia acima do Pico dos Marins.
                                                                            Por do Sol
                                                            Pedra do Baú, logo ali.
                                                            Visual do Pico dos Dias.
                                                                    Tótem de Pedra.
                                                Pedra Aguda (Itajubá) e Chita do lado direito.

Pouco antes do sol se por.

                                                    Tótem derrubado por vandalismo.