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Eu amo montanhas

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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Por do Sol na Pedra Amarela e Pedrão em Julho de 2017

O mês de Julho é especialmente bonito nos arredores de Itajubá. O céu azul e o vento frio de inverno deixam a paisagem das montanhas mineiras linda. O por do sol é um espetáculo à parte. Nesse post coloco algumas fotos do Pedrão (entre Maria da Fé e Pedralva) e da Pedra Amarela (em Itajubá na divisa com Delfim Moreira, na serra da Água Limpa).

 Ipê amarelo começando a florir e a Serra da Pedra Amarela.

 Araucária e o mar de montanhas de Itajubá.

Por do Sol nas montanhas de Itajubá e a Araucária.

 Paineira na subida da Pedra Amarela.

 Sucessão de montanhas.

 Montanhas e araucária.

 Pico dos Marins despontando atrás da serra.

 Alinhamento do Pico dos Dias e da Pedra Aguda.

 Sol no final da tarde de Itajubá.

 Vale do Rio Claro (Delfim Moreira).

 Lua na mata atrás da Prefeitura de Itajubá.

 Por do Sol no Pedrão.

 Bandeira de Minas Gerais e a Serra da Pedra Branca.

 Bromélia no alto do Pedrão.

 Por do Sol nas montanhas do Sul de Minas.

 Árvore no Pedrão.

 Serra da Pedra Branca vista do Pedrão.

Visual do Pico dos Marins e da Pedra do Rio Manso.

 Itajubá escondida nas montanhas.

Pedra Amarela e a Pedra do São João (primeiro plano).

sábado, 22 de julho de 2017

Pico do Selado - Monte Verde - Minas Gerais

Nesse post vim comentar a aventura de subir ao Pico do Selado (2083 m de altitude), na divisa entre as cidades de Monte Verde (Camanducaia)-MG e São José dos Campos-SP. A partir do estacionamento (valor de R$ 10 por veículo) no final da Avenida das Montanhas em Monte Verde (não sei explicar porquê, mas praticamente todas as ruas do local são de terra, com muita poeira, buraco e pedras) gastam-se aproximadamente 2 horas até o Pico do Selado. A partir do estacionamento são 40 minutos em uma trilha muito bem definida (com algumas subidas um pouco mais fortes) até a Pedra Chapéu do Bispo. Daí em diante, mais 15 minutos até o Platô, de onde é possível avistar a cidade de São José dos Campos e as montanhas mineiras e o Vale do Paraíba paulista. Do Platô, a trilha segue pela crista da serra (sem subidas) até próximo do Selado, onde começa algumas subidas. São 4 km de caminhada (8 km ida e volta), com um desnível de aproximadamente 430 m.

É preciso ter cuidado para não se perder na trilha de volta, pois, no Platô, há trilhas que descem na Rua Mantiqueira. Para não perder a trilha, o ideal é caminhar nas trilhas pela direita, nunca pela esquerda. Outra dica é que existem marcações (tocos) em vermelho na trilha.

O visual do Pico do Selado é fantástico. Em direção ao Sul, avistam-se as montanhas de Extrema-MG. Em direção a Leste está São José dos Campos e as ondulações montanhosas do Vale do Paraíba. Na direção oeste estão as montanhas mineiras. Na direção norte estão as montanhas mais relevantes. Bem próximo estão a Pedra do Chapéu do Bispo, Platô, Pedra Redonda e Pedra Partida (todas em Monte Verde). Um pouco mais distantes estão o Pico do Campestre (Pedra Bonita) na divisa entre Gonçalves e Sapucaí Mirim e a Pedra do Jair (ou do Juncal) em Sapucaí Mirim. Mais à esquerda está a Pedra de São Domingos em Córrego do Bom Jesus. Mais distante, se avistam as montanhas de Gonçalves e a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí.

De Itajubá a Monte Verde passando por Paraisópolis e Consolação são aproximadamente 155 km (entre Consolação e Cambuí são 18 km em estrada de terra). Na volta, pela Fernão Dias, foram 165 km até Itajubá.

Monte Verde é um local muito agradável para curtir as montanhas e o ar puro, mas infelizmente a infraestrutura deixa a desejar. A alimentação é bem cara e as ruas de terra com muita poeira e pedra. Apesar disso, as pousadas e hotéis são bastante aconchegantes.

Seguem algumas fotos.

 Topo do Selado e montanhas de Extrema ao longe.

 Pedras logo abaixo do Pico do Selado.

 Bromélias no topo.

 Cume do Pico do Selado (2.083 m de altitude).

 Pico do Campestre (montanha azul à esquerda).

 São José dos Campos, vista do Platô.

 Pedra Partida vista do Hotel Pião Mineiro. 

 Lado oeste e as montanhas mineiras vista do Platô.

 Pedra de São Domingos.

 Bandeira de Minas Gerais e Monte Verde lá em baixo.

Visual norte do Pico do Selado.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Itajubá é demais...

Um fenômeno que deveria ser objeto de estudo acontece na cidade de Itajubá-MG: conheço muitos itajubenses que criticam a própria cidade. Engraçado não perceberem que todas as cidades do mundo tem pontos fortes e pontos fracos. Eu também critico a infraestrutura da cidade. Uma cidade tão importante não deveria ter apenas a BR459 como ligação para São Paulo, Rio e BH. Não faz sentido essa BR passar no meio da cidade. Não temos um aeroporto, não temos a ligação com Campos do Jordão, não temos outra alternativa de asfalto para Piranguinho, por exemplo, não temos um Shopping Center, o trânsito é caótico e piora a cada ano, etc. Mas qual cidade não tem problemas?
Esses itajubenses que criticam a cidade são aqueles que nunca pegaram uma estrada de terra para ver as maravilhas da Serra da Mantiqueira que cerca a cidade.
Esse post é para mostrar um pouco daquilo que os olhos da maioria não pode ver.

A Pedra Aguda é o terceiro ponto mais elevado do município de Itajubá. Segundo a medição pelo GPS, são 1.573 m de altitude.

Para alcançar o topo da Pedra Aguda há dois caminhos. Um deles pelo pasto e o outro pela estradinha que leva ao Abrigo da Triboo. Pelo pasto (mais complicado, pois, o mato é alto e a trilha não é bem definida, gastam-se aproximadamente 2h até o topo (para pessoas com um certo condicionamento físico). Pela estrada da Triboo são 2h e 20 minutos. A subida na trilha da mata é bastante íngrime e necessita de um bom condicionamento físico. Essa subida leva aproximadamente 1h.

O desnível, desde a estrada entre o bairro Anhumas e Berta até o topo da Pedra é de 830 metros. São 3,6 km de caminhada morro acima. Mas o visual é espetacular.

Seguem algumas fotos dessa subida do dia 15/06/2017.

Início da subida.
 Vista leste da Pedra Aguda
 Visual do Topo da Pedra Aguda
 Minas, mar de montanhas
 Visual parcial de Itajubá
 A cerca e as montanhas
 Itajubá lá em baixo...
 Pico do Galo em primeiro plano
 Itajubá é linda demais...
 Visual do lado leste...
 Itajubá do alto
 All colors...
 Itajubá e o Pedrão...

terça-feira, 2 de maio de 2017

Pico do Itaguaré

No feriado da sexta feira da paixão de Cristo resolvemos encarar a subida do Pico do Itaguaré. Saindo de Itajubá por volta de 5h30 da manhã, por volta de 7h estávamos no acampamento base do Itaguaré. O caminho seguido foi o de Delfim Moreira e Marmelópolis. Após passar por Marmelópolis seguimos por estrada de terra até um cruzamento. Hávia três caminhos possíveis. Um morador local nos orientou seguir pelo caminho do meio. Cruzamos uma ponte e viramos à direita (o caminho da esquerda após a ponte levaria à Pousada Maeda. Existe uma sinalização precária, mas após a Igreja do bairro é preciso virar a direita. 8 km após esse bairro se chega ao acampamento base (distante aproximadamente 70 km de Itajubá).

A caminhada rumo ao Itaguaré inclui a travessia de um ribeirão de águas cristalinas dentro de uma mata nativa bastante fechada. 25 minutos depois do início da caminhada, atravessamos o ribeirão pela terceira e última vez. Quem for subir o Itaguaré precisa aproveitar para abastecer de água nesse ponto. Um pouco mais de meia hora mata adentro (cerca de 1 hora de caminhada desde do acampamento base) chega-se a uma pedra enorme no meio do caminho. Uma pausa para o descanso e para observar como a natureza é preservada nesse lugar. Subimos por mais 1 hora por dentro da mata. A trilha em alguns pontos apresentava degraus elevados (como aqueles encontrados na mata que sobe para a Pedra Aguda de Itajubá). Após um pouco mais de 2 horas de caminhada mata adentro, chega-se a um paredão de Pedra. É preciso subir esse paredão pela sua direita se agarrando às fendas (subida pesada e relativamente perigosa). Depois de superado o paredão, chega-se a uma planície cheio de pedras e já com um visual incrível tanto do lado do Vale do Paraíba, quanto das montanhas de Minas Gerais. Apesar de encontrar muita neblina, foi possível ver a imponência da Serra Fina à esquerda.

Entre as duas montanhas de pedras que formam a base da formação rochosa do Itaguaré há lugar para acampamentos. Nesse momento, paramos para descansar após 2 horas e 40 minutos de subida. Precisamos esperar um certo tempo, pois, a neblina cobria completamente o cume do Itaguaré. Um grupo chegou para acampanhar e como a neblina tinha se reduzido, resolvemos ir ao ataque final. Mais 1 hora de subida por meio das pedras. Embora haja tótens de pedra que ajudam a marcar a trilha, por alguns momentos nos sentimos perdidos.

Finalmente, após 3h45 (descontando as paradas), chegamos ao topo do Itaguaré. O céu estava nublado, mas foi possível contemplar a beleza do lugar, parte do Vale do Paraíba e as montanhas mineiras que formam um mar de montanhas. Para acessar o livro do Itaguaré seria preciso passar pela pedra que serve de passarela em meio a um abismo inacreditável. Estávamos em 4, mas apenas o amigo Adalto resolveu se arriscar. Ele chegou até o livro. Eu e os outros dois do grupo ficamos ali na parte mais plana para alimentar e fotografar. Deu para perceber a enorme coragem daqueles que fazem a travessia Itaguaré-Marins. O pico dos Marins e Marinzinho ficavam bem ali, imponentes, mas o caminho pedregoso e acidentado parecia bem árduo para transpor.

Depois de mais de 1 hora de fotos e conversas com algumas pessoas que ali encontramos, resolvemos iniciar a descida. Já com as pernas cansadas e com muito pouca água, a descida parece ser bem pior que a subida. As 3h17 de descida até o acampamento base pareciam infinitas. Era preciso transpor o labirinto até o riacho da base do Itaguaré. Passado o riacho e a base onde se acampa, iniciamos a descida do paredão de pedra. A dificuldade era bem maior e o risco de queda iminente. Era preciso cuidado para não escorregar. Um acidente ali seria pra lá de complicado. A única forma de resgate parece ser o helicóptero.

Chegada a mata, a dificuldade continuava grande, afinal, seria preciso transpor os degraus da trilha em meio a mata. No caminho encontramos muitos outros aventureiros subindo a mata do Itaguaré. Exaustos e já completamente sem água, chegamos no riacho. Foi a chance de se refrescar e recompor as energias para o fim da trilha. Por volta de 4 horas da tarde, finalmente chegamos no acampamento base. Foi um alívio geral poder sentar, descansar um pouco e voltar para casa.

Essa grande aventura e o saborear das fotos gera uma sensação de conquista indescritível. O lugar é alto demais e a vista linda, mas o esforço é grande demais. Não é recomendado para quem está sem preparo físico. Não se deve deixar de levar bastante água e alguma coisa para comer. Não se pode descuidar do sol (é preciso protetor solar).

 Base do Itaguaré
 Adalto no topo do Itaguaré
 A face norte do Itaguaré
 A Serra Fina envolta nas nuvens
 O lado paulista da Serra
 A fenda para o abismo
 Marins à esquerda e Marinzinho à direita
 Os quatro aventureiros
Flor da montanha

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Por do Sol no circuito dos Olivais

Prezados leitores, nesse post quero lhes contar de um dos lugares mais espetaculares que conheço no Sul de Minas para observar o Por do Sol. Fica no meio das montanhas entre Maria da Fé e Pedralva.
Para chegar a partir de Maria da Fé, é preciso seguir na estrada de terra que passa pelo Ceasa e pela Fazenda Maria da Fé. Alguns metros após a Fazenda Maria da Fé encontra-se uma bifurcação. Aliás, são 3 caminhos diferentes. O caminho da direita leva ao bairro do Despropósito (município de Cristina). O caminho do meio leva a uma Fazenda e o caminho da esquerda sobe em direção aos Olivais.

Após algumas subidas íngremes (dá pra chegar de carro tranquilamente), chega-se no ponto mais elevado da estrada, onde existe um campo de oliveiras. A estrada segue adiante, agora no plano e de repente, começa a descer em direção a Pedralva. Pouco mais de 1 km de descida e a estrada tem uma bifurcação à direita. Tomando a estrada da direita alguns poucos metros e chegamos nesse lugar espetacular para observar o Por do Sol.

Uma pena não ter investimentos público/privado para fazer desse lugar um ponto turístico. Se o proprietário fizesse um barzinho com um deck para observar o Por do Sol, com ceteza faria um ótimo negócio. Mas... Minas Gerais tem disso. Lugares espetaculares, porém inexplorados.

 Montanhas de Minas Gerais

 Por do Sol na Serra da Mantiqueira

 Árvore no alto da Serra

 Final de Tarde em Minas Gerais

Sunset 

Lua crescente