Nesse sábado, dia 11/05/2013, estive pela quinta vez na Pedra Amarela. Um dos lugares mais fantásticos de Itajubá, na divisa com Delfim Moreira.
Ao buscar informações do IBGE sobre a altitude do lugar, cheguei à conclusão de que as informações do IBGE estão desatualizadas. Na verdade, a Pedra Amarela é a outra montanha mais próxima a Itajubá e com menor atitude. O ponto que faz divisa com Delfim Moreira está localizado na Serra da Água Limpa e tem segundo informações do Mapa Topográfico do IBGE de 1971, altitude estimada de 1.700 m e não apenas 1.550 m, conforme algumas informações extraoficiais. O fato de estar acima dos 1.547 m da Pedra Aguda é bastante nítido para quem sobe essa montanha. A torre da Panorama FM fica em um ponto ainda mais elevado dessa Serra.
Portanto, a Pedra de Santa Rita do Rio Manso (1.915 m de altitude) na mesma Serra da Água Limpa é o ponto mais elevado de Itajubá, seguida da Pedra da divisa com Delfim Moreira (1.700 m) e depois a Pedra Aguda (1.547 m). Esses três pontos mais elevados de Itajubá deveriam passar por uma revisão do IBGE, já que atualmente, a medição de altitude baseada no GPS é considerada mais precisa.
De qualquer forma, nada disso diminui o fato de ser um dos pontos mais elevados e bonitos de Itajubá, com um por do sol incrível, mata fechada e por incrível que pareça, com muita água.
Para ficar claro, pelas pesquisas que fiz nos mapas do IBGE e consulta a sites da Prefeitura de Itajubá e outros, os três pontos mais elevados do município de Itajubá são:
1º) Pedra de Santa Rita do Rio Manso - Serra da Água Limpa (divisa com Delfim Moreira): 1.915 m;
2º) Pedra Amarela (ou Pedra da Divisa) - Serra da Água Limpa (divisa com Delfim Moreira): 1.700 m (aproximadamente);
3º) Pedra Aguda - 1.547 m.
Abaixo, algumas das mais belas paisagens de Itajubá avistadas desse lugar espetacular!!!
Essa página é um espaço para que eu possa divulgar o meu trabalho, minhas opiniões sobre diversos assuntos (principalmente economia e política) e as belezas do Sul de Minas, com suas montanhas e cachoeiras. O significado do nome Montgomery é "além da montanha" e de Miranda é "digno de admiração". Não deve ser coincidência, portanto, que eu goste tanto de subir montanhas e admirar o horizonte.
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Isaías 9.6.
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sábado, 18 de maio de 2013
O Brasil e a armadilha da renda média
O Brasil conseguirá escapar da armadilha da renda média?
Vinícius Montgomery de
Miranda
A renda per capita é um dos mais
importantes indicadores econômicos de riqueza de uma nação por captar a força
do poder aquisitivo de sua população. Esse indicador é obtido dividindo-se o
Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma da riqueza gerada por um país durante
um ano, por sua população. Segundo o Banco Mundial, são considerados países de
renda média aqueles que possuem a renda per capita entre US$ 4.000 e US$
12.000. Em 40 anos, o Brasil saltou de uma renda per capita de um pouco mais de
US$ 3.000, no início da década de 1970, para aproximadamente US$ 11.500 em
2010.
Diversos fatores contribuíram para explicar a verdadeira
transformação pela qual o Brasil passou nessas quatro décadas. Entre eles a
redução da taxa de natalidade, a urbanização e a maior escolarização da
população são fatores relevantes. Porém, nada foi tão importante quanto o Plano
de Ação Econômica do Governo (PAEG), arquitetado por Roberto Campos e Otávio de
Gouveia de Bulhões no governo de Castelo Branco. Esse plano foi responsável
pela modernização das instituições e por preparar a infraestrutura que permitiu
ao Brasil crescer acima de 8% ao ano desde a metade da década de 1960 até o
final da década de 1970. Os choques do Petróleo, o descontrole dos gastos
governamentais e a inflação fizeram o crescimento cair drasticamente nas
décadas seguintes.
Em um artigo do economista brasileiro Otaviano Canuto e do
professor Richard-Agénor da Universidade de Manchester, os autores afirmam,
porém, que a mesma estratégia utilizada pelo Brasil e demais países para
escapar da pobreza não funciona para torná-los países de renda elevada. É o que
os economistas chamam de armadilha da renda média. Isto é, os países que
atingem esse nível de renda já não conseguem mais competir com os países de
renda baixa, na produção de produtos de menor valor agregado, por terem custos
de mão de obra mais baixos. Tampouco conseguem competir com os países de renda
elevada, na produção de produtos sofisticados, já que estes exigem alto grau de
especialização e tecnologia. Dessa forma, os países de renda média se
caracterizam por apresentarem baixo crescimento de produtividade e uma parcela
muito pequena de profissionais de alta qualificação focada na produção de produtos
inovadores.
Se o Brasil quiser escapar dessa armadilha, será preciso
romper com as amarras que seguram a produtividade de sua economia, que segundo
estudo de economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cresceu apenas 11,3%
(menos de 1% ao ano) entre 1992 e 2007. Novamente o país se depara com a
necessidade de reformas estruturais que reduzam o tamanho do Estado e estimule
o investimento privado. Se assim o fizesse haveria melhoria na infraestrutura,
aumento da eficiência produtiva e finalmente, aumento da competitividade do
produto brasileiro. Estaria aberta a passagem para o investimento em uma
educação de qualidade e na tecnologia de ponta. Essa foi a receita adotada por
países como Coreia do Sul e Japão para entrar no clube dos países ricos. Esse é
o caminho que a China começou a trilhar há algumas décadas. O que está faltando
ao Brasil para dar esse passo? Falta planejamento e vontade política. Por
enquanto, conforme entrevista do economista indiano ao site UOL, autor do livro
“Os Rumos da Prosperidade”, faltam ao Brasil estrutura e ambição para se tornar
um país rico.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Cachoeira dos Padres em Marmelópolis-MG
Aos pés da Mantiqueira, próximo ao Pico do Itaguaré em Marmelópolis-MG está a Pousada/Restaurante Trutas da Cachoeira, ao lado da Cachoeira dos Padres. Trata-se de uma sequência de quedas d´água do Rio Lourenço Velho que desce a Serra passando por Marmelópolis, Delfim Moreira, Itajubá e deságua no Rio Sapucaí já caudaloso no município de Pirangunho. Um lugar espetacular. Inesquecível. Imperdível. Lugar que merece ser visitado e apreciado.
Pousada Maeda em Marmelópolis, Sul de Minas Gerais
Hoje conheci o Sr. Maeda, pioneiro do Montanhismo no Brasil. O Sr. Maeda foi quem primeiro realizou a travessia Itaguaré-Marins. Aliás, foi ele quem abriu a trilha, incentivando esse esporte delicioso que é o montanhismo. A Pousada Maeda é um lugar espetacular para passar uns dias aos pés da Mantiqueira em Marmelópolis-MG, respirando ar puro, curtindo a natureza e desfrutando da sabedoria e da amizade do Sr. Maeda.
sábado, 27 de abril de 2013
Pedra Aguda em Itajubá com os amigos. Dia 21/04/2013!
Pela 6ª vez estive na Pedra Aguda, um dos pontos mais elevados de Itajubá. O visual da cidade é espetacular. Dessa vez estiveram juntos na subida os amigos Jeremias, Dênis e Giordano, de Santa Rita do Sapucaí-MG.
terça-feira, 26 de março de 2013
Brazil and the middle income trap
The middle income trap is an economic development situation, where a country which attains a certain income (due to given advantages) will get stuck at that level. That is the case of Brazil.
How come this happens?
As wages rise, manufacturers often find themselves unable to compete in export markets with lower-cost producers elsewhere. Yet, they still find themselves behind the advanced economies in higher-value products (the lack of advanced technology). This is the middle-income trap which saw, for example, South Africa and Brazil languish for decades in what the World Bank call the “middle income” range (about $1,000 to $12,000 gross national income per person measured in 2010 money). Typically, countries trapped at middle-income level have: (1) low investment ratios; (2) slow manufacturing growth; (3) limited industrial diversification; and (4) poor labor market conditions.
Avoiding the Middle Income Trap entails identifying strategies to introduce new processes and find new markets to maintain export growth. Ramping up domestic demand is also important—an expanding middle class can use its increasing purchasing power to buy high-quality, innovative products and help drive growth.
The biggest challenge is moving from resource-driven growth that is dependent on cheap labor and capital to growth based on high productivity and innovation. This requires investments in infrastructure and education. As the Republic of Korea has proven, building a high-quality education system which encourages creativity and supports breakthroughs in science and technology is key.
Clearly the government plays an important role to escape the middle income trap. When the government reduces spending, taxes can be reduced. It reduces business costs, enabling technology investments. So, companies now have a more competitive product , jobs are created, and the country enters the virtuous cycle of the economy. This cycle produces wealth and country escapes the trap of middle income, making it a high-income country.
As wages rise, manufacturers often find themselves unable to compete in export markets with lower-cost producers elsewhere. Yet, they still find themselves behind the advanced economies in higher-value products (the lack of advanced technology). This is the middle-income trap which saw, for example, South Africa and Brazil languish for decades in what the World Bank call the “middle income” range (about $1,000 to $12,000 gross national income per person measured in 2010 money). Typically, countries trapped at middle-income level have: (1) low investment ratios; (2) slow manufacturing growth; (3) limited industrial diversification; and (4) poor labor market conditions.
How to avoid the middle income trap?
The Middle Income Trap occurs when a country's growth plateaus and eventually stagnates after reaching middle income levels. The problem usually arises when developing economies find themselves stuck in the middle, with rising wages and declining cost competitiveness, unable to compete with advanced economies in high-skill innovations, or with low income, low wage economies in the cheap production of manufactured goods.Avoiding the Middle Income Trap entails identifying strategies to introduce new processes and find new markets to maintain export growth. Ramping up domestic demand is also important—an expanding middle class can use its increasing purchasing power to buy high-quality, innovative products and help drive growth.
The biggest challenge is moving from resource-driven growth that is dependent on cheap labor and capital to growth based on high productivity and innovation. This requires investments in infrastructure and education. As the Republic of Korea has proven, building a high-quality education system which encourages creativity and supports breakthroughs in science and technology is key.
Clearly the government plays an important role to escape the middle income trap. When the government reduces spending, taxes can be reduced. It reduces business costs, enabling technology investments. So, companies now have a more competitive product , jobs are created, and the country enters the virtuous cycle of the economy. This cycle produces wealth and country escapes the trap of middle income, making it a high-income country.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Como gastam os nossos impostos
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