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Eu amo montanhas

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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 2 de junho de 2019

Pedra Branca 01/Jun/2019

Mais uma vez, marcamos de subir a Pedra Branca entre Pedralva e Conceição das Pedras aqui no Sul de Minas Gerais. Dessa vez, o céu estava nublado e com chuvas esparsas. Muito calor para um dia de junho. O amigo Sandro estava subindo pela primeira vez.

Lá no alto encontramos várias pessoas, entre eles, o Manfred, que sempre sobe conosco. As novidades dessa vez foram duas: o Cappuccino na montanha que o Sandro levou e o fato de ficar até depois do Por do Sol e a descida pela trilha no escuro. Mas foi tudo bem, conforme mostram as fotos.

 Minas Gerais, mar de montanhas.

 Sol pouco antes de se por.

 Sol se pondo...

 Sol beijando a Terra...

Sol um pouco antes de se por...

 Montanhas sem fim...

Montanhas de Minas Gerais

Ah, as montanhas mineiras...
Tantas formas, tantos mistérios, tanta riqueza.
Quem as vê de baixo jamais pode imaginar o que poderá encontrar do outro lado.
Aqueles, porém, que alcançam as cristas, têm o horizonte a perder de vista e recebe como prêmio a brisa da liberdade

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Pedra Riscada, Cristina-MG

A Pedra Riscada é um dos pontos mais elevados da micro-região de Itajubá. Localiza-se no município de Cristina (aproximadamente 40 km de Itajubá). A Pedra Riscada fica no Bairro da Paciência, com 1953 m de altitude. Do alto da Pedra Riscada é possível se avistar diversas cidades ou parte dessas (Cristina, Maria da Fé, Itajubá, Carmo de Minas e outras), além do Pico dos Marins, Pico do Itaguaré, Pedra do Rio Manso, Pedra Branca, Pico da Bandeira (Maria da Fé) e outros.

 Subida da Pedra Riscada

 Neblina nos vales...

Cerca nas alturas das montanhas mineiras... 

 Ponta da Pico do Itaguaré

Montanhas de Minas... 

Serra da Pedra Branca 

Pedra do Rio Manso (ponto mais elevado do município de Itajubá) 

Bandeira mineira nas alturas... 

Silhueta da Pedra Aguda (Itajubá). 

Bairro da Peroba em Itajubá

O bairro rural da Peroba, no município de Itajubá, fica no meio da Serra da Mantiqueira. Nas encostas da Pedra de Santa Rita (Rio Manso). Do centro da cidade até o bairro da Peroba são 18 km (do centro da cidade até o bairro da Serra dos Toledos são 12 km). O caminho até lá segue paralelo ao Ribeirão José Pereira, com diversas corredeiras e cachoeiras no caminho, como a Cachoeira do Corredor e do Dique.

Apesar da estrada apresentar alguns trechos cheios de buracos e pedras, é um passeio interessante e divertido, principalmente para fotografar o por do sol, conforme as fotos aqui mostram.

Cerca na estrada da Peroba

 Céu alaranjado após o Por do Sol no caminho da Peroba

 Montanhas no vale do Rio Lourenço Velho

Montanhas do Sul de Minas 

 Visual das montanhas acima do Ano Bom

Sol se põe na estrada da Peroba

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Itajubá a Paraty (Trindade-RJ) - BR459

Esse post é para descrever um pouco da experiência da nossa viagem recente a Paraty (Trindade-RJ).
Para começar, a saída de Itajubá aconteceu às 7h10 de uma manhã de céu azul e sol quente no dia 28/01/19. Apesar de alguns trechos de asfalto ruim (remendos, buracos e ondulações) entre a Ponte Santo Antônio e a Barreira (Delfim Moreira), a BR459 a partir da divisa MG/SP tem asfalto novo até chegar na Dutra (Lorena). Alguns minutos na Dutra (BR116) até o trevo de Cunha, em Guaratinguetá, e seguimos pela estrada SP-171, que é muito boa até Cunha. Embora a estrada seja pista única para ida e volta, o asfalto é de boa qualidade, tem acostamento e bem sinalizada.

Depois de 2 horas de viagem, chegamos a Cunha (133 km de Itajubá). Uma parada para esticar as pernas e seguimos em direção à Serra do Mar. Lindas paisagens, com muita araucária, riachos, animais, montanhas e matas. No alto da Serra, a 19 km de Cunha, encontra-se a entrada, à esquerda, para a Pedra da Macela. São aproximadamente 30 minutos de Cunha até essa entrada. Até a Pedra da Macela são 4 km de estrada cascalhada e mais 2 km de caminhada (40 minutos de subida). São 2h30 de Itajubá até a entrada da Pedra da Macela.

Alguns quilômetros a mais (4 km acima) e chega-se à divisa de estado SP-RJ. O ponto de referência na divisa de estado é o Hotel Fazenda Uemura. Ainda na BR459, agora já no estado do Rio (RJ-165), a pista passa a ter um piso de blocos cimento, de boa qualidade. A estrada ainda é de boa qualidade, com alguns pontos de parada e visual deslumbrante do mar e da mata atlântica preservada. A medida que a estrada vai serpenteando a serra, há muitas curvas perigosas que exige muita atenção do motorista e freios revisados.

O problema da estrada Cunha-Paraty ocorre quando já se está bem próximo de Paraty. A mais ou menos 12 km de Paraty, a estrada fica muito ruim. Há trechos de curvas muito fechadas, desmoronamentos e pista que só passa um carro por vez. No dia da viagem havia bastante movimento tanto de descida quanto de subida. Carros de motor mais fraco, com certeza terão muita dificuldade de subir. Subir ou descer em dias de chuva certamente é muito arriscado.

Quando se aproximava de 10h, chegamos a Paraty (3 horas de viagem de Itajubá). A distância de Itajubá até a Praia do Pontal em Paraty (próximo ao Centro Histórico) é de 180 km. Uma viagem relativamente tranquila. O Centro Histórico de Paraty é bem interessante de se visitar pelas construções de estilo português e ruas de pedra (muito ruim para andar de carro, moto, bike e até a pé). Vale pela sensação de voltar uns 200 anos no tempo. No mais, Paraty é uma cidade com praias maravilhosas.

Seguimos viagem rumo à Trindade, já quase na divisa com SP, pela Rio-Santos (BR101). Pouco mais de 20 km na Rio-Santos, chega-se ao trevo de Trindade, à esquerda de quem vem de Paraty. Muito cuidado para não perder essa entrada que é bem mal sinalizada. Depois de algumas subidas íngremes e descidas perigosas, chegamos a Trindade (212 km de Itajubá, 2h30 de viagem).

Trindade tem praias deslumbrantes (Praias de Cepilho, do Meio e Piscina Natural são as melhores). Ambiente preservado e águas límpidas. Porém, a infraestrutura do lugar deixa bem a desejar. Em época de temporada, a infraestrutura não comporta a quantidade de gente. Fica difícil para estacionar e se alimentar. Fila pra todo lado.

Na volta, resolvemos passar em Ubatuba (61 km de Trindade, 1h de viagem). Depois da divisa com SP, a BR101 fica com piso bastante ruim. Longas descidas e paisagens deslumbrantes. Várias praias até o trevo de Ubatuba.

A seguir algumas paisagens de Trindade.

Enseada da Praia do Meio.

Ponta Cabeça de Índio - Divisa RJ/SP.

Praia do Cachadaço.

Praia do Cepilho no final da tarde.

Pedras da Praia do Meio

Praia Piscina Natural

Praia do Meio

Praia dos Ranchos ou de Fora

Sol nasce na Praia do Cepilho

Sol nascendo


sábado, 21 de julho de 2018

Itajubá - Campos do Jordão: Vila Maria x Luminosa

Meus caros leitores. Esse post é para contar um pouco da viagem de Itajubá a Campos do Jordão por estrada de terra.
Esse ano fui pela Vila Maria (Piranguçu) e retornei por Luminosa (Brazópolis). Dependendo de onde partir e de onde chegar, a estrada de Itajubá, passando por Piranguçu, Vila Maria, Campista e Campos do Jordão tem uma extensão entre 55 km e 60 km. Com 23 km de terra. São 12 km de terra entre Piranguçu e a Vila Maria (represa) e mais 11 km até a estrada asfaltada entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí. Do trevo onde a estrada de terra termina até a entrada para a Pedra do Baú são apenas 4 km. Praticamente a mesma distância entre o trevo da Pedra do Baú e a entrada para Luminosa.

Para aventuras de Turismo nas Pedras, nas Cachoeiras e nas fazendas de Piranguçu, uma boa dia é consultar Piranguçu Ecoturismo (https://www.facebook.com/Pirangu%C3%A7u-Ecoturismo-754067124738444/?).

Do trevo da estrada de Luminosa até o vilarejo são 14 km de estrada de terra, bastante conservada. De Luminosa até Brazópolis são mais 16 km. Ou seja, de Itajubá até Campos do Jordão, passando por Brazópolis, Luminosa, Campista fica entre 78 km e 83 km, dependendo da referência inicial e final. O caminho por Luminosa, partindo de Itajubá é cerca de 23 km mais distante.

Em ambos os caminhos o visual e as paisagens são fantásticas. Vale muito a pena para quem não tem pressa para chegar. Com poucos trechos de pedras e buracos, as estradas, apesar de ser de terra, estão bem conservadas.

Restam ainda mais dois ou três caminhos entre Itajubá e Campos do Jordão. A estrada do Charco que sai no Horto Florestal (esse caminho eu nunca fiz). Segundo informações são 15 km do Charco até o Horto. Logo, de Itajubá a Campos do Jordão pelo Charco fica mais ou menos a 65 km. São 40 km de Itajubá ao Charco, passando por Wenceslau Braz, 15 km até o Horto e mais 10 km do Horto até Campos do Jordão. De Wenceslau Braz até o Horto, a estrada é de terra, com trechos ruins entre o Charco e o Horto.

Existe ainda a estrada que passa pela Vila Maria, mas segue à esquerda da represa, passando pelo bairro Centro, Fazenda Minalba até Campos do Jordão e o caminho que passa pelos Freires, Pedra Mármore, Fazenda Minalba, até Campos. Todos esses caminhos com paisagens deslumbrantes.

Pontos negativos da viagem. Passaram a cobrar (R$ 20 por carro + R$ 10 por pessoa) para visitar o Pico do Itapeva. Nem os lugares abertos tem mais como visitar. Cercaram tudo com arame e muro. Um absurdo. No Parque Felícia Leirner também começaram a cobra R$ 10 por pessoa. A visita na Pedra do Baú também é R$ 10 por pessoa.

A seguir algumas fotos desse caminho.

Vista da Pedra do Baú no entardecer do Parque Felícia Leirner

 Por do Sol no Parque Felícia Leirner

 Flores no viveiro do Horto Florestal

 Riachos do Horto Florestal - Bacia do Rio Sapucaí

 Visual de Itajubá, chegando na Vila Maria

 Visual do Vale de Lumunosa

 Visual das Montanhas no Parque Maria Leirner

 Descendo para Luminosa

 Visual das Montanhas mineiras, da Pedra do Baú

Visual de São José dos Campos, a partir do Parque do Pico do Itapeva

sexta-feira, 8 de junho de 2018

New York City

The dream came true...

Finalmente, o sonho de conhecer os Estados Unidos se tornou realidade. Em 27/Mai/18, cheguei ao Aeroporto JFK em New York.

A hospedagem no The Manhattan Times Square Hotel foi acertada. Hotel próximo da Times Square e de todo o seu agito e bem próximo das estações de metrô (subway).

Apesar de alguns poucos contratempos com a língua (incrível a variedade de sotaques) e da chuva em dois dias da viagem (nos dias de chuva, o ideal é ir às compras), o viagem foi espetacular. Recomendo a todos que puderem conhecer essa cidade NYC.

Os melhores passeios foram a Brooklyn Bridge e os arredores do DUMBO e o Central Park que suas muitas opções de lazer e descanso. Também foi fantástico a visita ao One World Observatory e ao Top of the Rock. Ver a cidade imensa do alto é legal demais.

O ponto negativo fica para a Estátua da Liberdade. A estátua é um ícone mundial e imperdível, mas as filhas para entrar na barca (Vessel) é desanimadora. Mas pelo menos o Battery Park é bem legal.

Também é bom que se prepare para os elevados custos da alimentação em NYC. Um café da manhã para três não sai por menos de US$ 30.

Uma pena que poucos países do mundo desfrutam da liberdade que se vê, se sente e se respira nos Estados Unidos. Para deixar registrado o que está na alma americana, segue a frase de Benjamin Franklin próxima a barca que leva à Estátua da Liberdade: "Where Liberty is, there is my country".

Seguem algumas fotos dessa viagem espetacular.

Battery Park e o visual da Estátua da Liberdade.

 Bethesda Terrace

Brooklyn Bridge 

 Bow Bridge - Central Park

Columbus Avenue - Upper West Side

Dalehead Arc - Central Park

National flag

Grand Central Terminal

Bethesda Fountain - Central Park

Manhattan Bridge

Statue of Liberty

Flatiron Building