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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

A impressionante proximidade de Itajubá e Campos do Jordão



 Talvez não exista região no mundo com tantos atrativos naturais que a Serra da Mantiqueira, a serra que chora. Entre os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro são diversos picos, lagos, rios, cachoeiras, montanhas e uma variedade muito grande de animais e vegetais.

Infelizmente uma grande parte das pessoas não conhecem as estradas rurais que ligam o lado mineiro e o lado paulista da Mantiqueira. Entre Itajubá e Campos do Jordão há pelos menos quatro caminhos por terra com belezas exuberantes.

O caminho mais comum é o que passa pela Vila Maria em Piranguçu. De Itajubá até a Vila Maria são 30 km, aproximadamente, dependendo do ponto de partida. Na represa há uma bifurcação. Do lado direito passa-se pelo bairro Vila Maria e depois pela Fazenda Serrano até chegar no asfalto entre São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão. Por esse caminho, a distância entre Itajubá e Campos do Jordão é de 57 km, aproximadamente. Desse trajeto apenas 22 km são por estrada de terra, com alguns trechos ruins. A outra opção é passar pelo bairro do Centro. Nesse caso, é preciso seguir pelo lado esquerdo da represa. Da represa até a entrada do bairro Centro são apenas 13 km (30 minutos). A estrada nesse trajeto é muito boa e paisagens espetaculares (araucárias e mata fechada) na descida da Serra de São Bernardo. Há um mirante do Vale do Sapucaí pouco antes do trevo para o bairro dos Bentos e Pintos.

Após a entrada do Bairro Centro, há uma subida até a divisa dos estados. Logo após a divisa dos estados, há o trevo da Minalba (6 km após a entrada do bairro Centro). Após a divisa muitos empreendimentos (condomínios e pousadas). Do trevo da Minalba até o Capivari a estrada é asfaltada, apesar de muitas curvas e buracos. São 7 km da Minalba ao Capivari subindo a serra. Por essa opção a distância entre Itajubá e Campos do Jordão (Capivari) são 59 km.

A outra opção entre Itajubá e Campos do Jordão é passar pelos bairros dos Freires e Borges. Nesse caso são 57 km entre as cidades. Nesse caso são 33 km de estrada de terra. Outra opção mais distante é passar pelo bairro da Luminosa (Brazópolis). Nesse caso são aproximadamente 80 km, sendo 30 km por terra.

Algumas fotos dos dois primeiros trajetos estão aqui.

Araucária na Vila Maria

Liquidambar no Horto Florestal de Campos do Jordão

Pôr do Sol na Fazenda Prana

Visual da Pedra Aguda (Itajubá) e Pico da Bandeira (Maria da Fé), a partir da Fazenda Prana.


Visual da Pedra Branca, Pico da Bandeira e Pedra Aguda.

A proximidade de Campos do Jordão e o Sul de Minas em uma foto.





 


 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Itajubá vista do alto

 Esse post é para mostrar um pouco da beleza da cidade de Itajubá vista de alguns de seus pontos mais elevados.

Visual do Parque Municipal - Foto tirada do Alto do Pinheirinho

Itajubá vista do Alto do Pinheirinho/divisa com bairro Juru

Itajubá vista da Pedra Amarela (alto do Cantagalo)

Zoom em Itajubá (foto tirada do lado leste - alto da Pedra Amarela)

O sol entre nuvens no dia da chuva de granizo (13/10/2020).

Foto do centro de Itajubá (tirada da Pedra Aguda - ao sul da cidade).

Subida da Pedra Amarela no mês de setembro de 2020, após meses sem chuva e fumaça de queimadas tomando conta de tudo.

Sol da tarde envolvido pela fumaça do fogo que queimou matas em torno da cidade no mês de setembro de 2020.

Visual da cidade a partir da Pedra do Rio Manso, ponto mais elevado do município 1.910 m de altitude (captura do lado nordeste da cidade).

Visual de Itajubá a partir da Pedra do Rio Manso.

Visual de Itajubá a partir da Pedra da Boa Vista em Piranguçu (foto tirada do sul da cidade).

Zoom em Itajubá a partir da Pedra da Boa Vista.



Zoom em Itajubá a partir da Pedra Aguda (sul da cidade).

Vista parcial do bairro cruzeiro e alguns edifícios no centro da cidade.

Pôr-do-Sol no inverno de 2020.


domingo, 2 de agosto de 2020

Pedra da Boa Vista em Piranguçu - MG

A Pedra da Boa Vista está entre as três pedras mais imponentes junto com a Pedra da Divisa e a Pedra da Chita. A Pedra da Boa Vista é a mais difícil de ser alcançada (desnível de mais de 750 m). A subida começa pelo bairro rural da Usina (Usina de São Bernardo). A entrada fica na estrada à direita da estrada que chega na Usina.

Vai ser preciso passar por algumas porteiras (três porteiras) e o proprietário do terreno é xarope: exige autorização para subir e muitas vezes inventa desculpas para dificultar a subida. 

O visual é espetacular. A altitude é de aproximadamente 1.812 m. Lá do alto é possível visualizar a Pedra da Chita (atrás), o Pico dos Dias (à frente). No visual norte estão: Itajubá, Piranguçu, Pedra Aguda, Pedra do Pedrão, Serra da Pedra Branca e Pedra do Rio Manso. À nordeste está o Pico dos Marins e Marinzinho. À oeste está a Serra Grande e parte do Vale do Sapucaí entre Santa Rita do Sapucaí e Cachoeira de Minas.

A vegetação lá no topo é muito interessante. Árvores variadas de porte médio. Interessante é ter água até quase no topo. Seguem algumas fotos.


Ipê amarelo lá no alto...

Flor da montanha...

Lua nascendo...

Itaguaré, Marins e Marinzinho...

O vale e as montanhas...

Visual de Itajubá...

Pôr do Sol...

Itajubá lá longe...

Serra da Pedra Branca...

Montanhas sem fim...

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Pico do Marinzinho e Rio Manso

Nesse post vou relatar a subida no Pico do Marinzinho e a volta à Itajubá pelas margens do Rio Lourenço Velho (Rio Manso).

No sábado, dia 04 de Julho de 2020, após levantar às 4h50 da madrugada, eu e os amigos Adalto e Sandro, tomamos o caminho de Marmelópolis-MG. O objetivo era subir o Pico do Marinzinho. Saímos de Itajubá às 5h30. Após passar por Delfim Moreira e ver o sol nascer na serra, chegamos às 6h40 em Marmelópolis (51 km de Itajubá). No caminho para o pico, fizemos uma paradinha em um campo de futebol branco de geada e seguimos rumo à Pousada do Djalma (8 km adiante) para obter informações sobre a subida.

Acordamos o Djalma kkkkk. Ele, com toda gentileza do mundo, veio nos encontrar e nos deu as dicas para a subida. Alguns quilômetros acima, a paisagem já ficava maravilhosa, chegamos no portal de acesso à subida. 

Às 7h40 começa nossa subida. O dia estava perfeito. Céu azul, alguma neblina no horizonte e as lindas montanhas do Sul de Minas. A estrada sinuosa e muito bem definida segue morro acima. Passamos pela entrada da Pedra Redonda, mas decidimos continuar a subida. Às 9h30, depois de subir pela trilha na mata, chegamos no Mirante São Pedro (2.135 m). O visual já era de tirar o fôlego e até nesse ponto, a subida estava muito tranquila, apesar de uma primeira subida com auxílio de uma corda. Mal sabia o que estava por vir.

Desse ponto em diante, a subida é muito íngrime. Muitas pedras e muita escalaminhada. Ao olhar para o alto da impressionante pedra que antecede o Pico do Marinzinho, víamos figuras na pedra. Primeiro vimos um Gorila (face sudeste) e depois, um pouco menor, um elefante bebê (face sudoeste). Até brincamos. Parecia delírio depois de tanto sofrer nas subidas.

A última corda é a mais complicada. Subir essa montanha de pedra parece escalar uma parede. Muito complicado. Paramos incontáveis vezes, até que finalmente atingimos o platô. Que alívio. Que cansaço. Que fome.

Depois de uma lanche rápido às 11h, a ficha caiu. Ainda não estávamos no Marinzinho. Deu vontade de voltar dali mesmo. Mas era preciso prosseguir para o alvo. Imaginei que iríamos sobre muito ainda, mas para minha surpresa foi até fácil demais dali em diante. Às 11h20, finalmente estávamos no Marinzinho (4h de subida, descontando as paradas). O visual é fantástico. De um lado o Pico dos Marins, do outro o lindo Itaguaré e a Pedra da Mina (mais longe um pouco). Encontramos alguns montanhistas passando por ali para fazer a travessia Marins-Itaguaré (que coragem), mas no topo do Marinzinho não há muito espaço para ficar. Resolvemos descer para o ponto mais baixo onde fizemos o lanche. Muitas fotos tiramos ali. 

É possível avistar as Pedras de Itajubá (Pedra Aguda, Pedra do Rio Manso - bem perto e Pedra Amarela), de Piranguçu (Pedra da Boa Vista) e Pedralva (Pedra Branca) e as incontáveis montanhas do Sul de Minas. Do outro lado, a planície do Vale do Paraíba (Cruzeiro), em São Paulo.

Por volta de 13h20 começamos a descer. Novamente a tensão das cordas e do abismo logo ali nesse gigante de pedra. Às 15h40, exaustos, chegamos no carro (quase sem água). Aliás, é bom que se diga, é muito importante levar pelo menos 1,5 litro de água.

Às 16h14 já estávamos em Marmelópolis novamente. Resolvemos voltar pela estrada rural que segue o Rio Lourenço Velho (Rio Manso). Pena que essa estrada não é asfaltada. Que lugar espetacular.
De Marmelópolis ao bairro Morangal foram 9 km (16h37). Muitas paisagens fantásticas do rio, das montanhas, das cercas, das árvores e 21 minutos depois, 6 km à frente, chegamos no Mogiano (16h58). Uma parada na ponte quebrada na divisa de Delfim Moreira e Virgínia e o rio fica calmo e muito bonito.

Seguimos em frente, com algumas paradas para foto na Cachoeira da Barra e para a lua cheia espetacular que nascia. 9 km depois do Morangal, já às 17h33, chegamos na Barra. Ali há vários caminhos. À direita é possível chegar ao bairro dos Pintos Negreiros (Maria da Fé), Dom Viçoso e até São Lourenço.  Á esquerda é possível chegar ao Rio Claro e Água Limpa. Em frente já estavámos de volta no município de Itajubá, seguimos beirando o rio até chegar no bairro Rio Manso (10 km à frente às 17h59). Do Rio Manso seguimos em frente até chegar no Ano Bom e até de volta à Itajubá às 18h30 (20 km). O curioso é que a distância de Itajubá à Marmelópolis é a mesma, seja por Delfim Moreira, seja pelo vale do Rio Manso.

Campo congelado pela geada.

 Neblina nas montanas de Marmelópolis

O gigante de Pedra (Marinzinho)

 A dificuldade logo ali na frente.

O mirante São Pedro.

O formato de elefante na Pedra.

 Visual do Itaguaré e da Pedra da Mina (do topo do Marinzinho).

Todos os caminhos chegam à Barra.
 
 O gigante de Pedra de longe.

O visual das montanhas mineiras...

O Rio Manso no Morangal.

Montanhas de Minas...

Chegando no Mogiano.
 Cachoeira da Barra.

Marinzinho logo ali.

 Itaguaré e Pedra da Mina.

 Lua na serra.

 O trio de ferro...

Pico dos Marins ali...