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Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 13 de novembro de 2011

Só é enganado, quem deixa se enganar...

13/11/2011


Artigo de Ferreira Gullar: A política como farsa




Por: Folha de S.Paulo

Como esse é o espírito do governo petista, todos os seus integrantes dançam ao som da mesma música

Todos sabemos que a sinceridade não é uma qualidade muito comum nos políticos, mesmo porque, se o candidato disser francamente o que pensa, provocará mais desagrado que agrado. Pelo sim, pelo não, prefere dourar a pílula. Mas isso não significa que a política seja, como há quem afirme, a arte de enganar os ingênuos. Se até Deus, segundo dizem, se vê obrigado a escrever certo por linhas tortas, imaginem um pobre mortal.

Mas, sem dúvida, há os que exageram, e eu incluo entre estes -sem lhes dar exclusividade- o pessoal do Lula. Antes de chegar ao governo, era contra tudo o que qualquer outro partido propunha, chegando ao ponto de se negar a assinar a Constituição de 1989 -chamada por Ulysses Guimarães de "Constituição cidadã"-, que veio restaurar a democracia no Brasil.

E só para ser do contra, aliás, não só: também para fazer de conta que era o verdadeiro defensor dos direitos do povo.

Essa mesma postura, de quem joga para a arquibancada, levou os petistas a denunciar os programas Bolsa Escola e Bolsa Alimentação, do governo Fernando Henrique, como uma espécie de esmola que humilhava os trabalhadores e os pobres em geral. Quando chegaram ao poder, fundiram os dois programas num só -o Bolsa Família- e deles se apropriaram.

Podiam admitir que haviam errado, mas, pelo contrário, fingem que era uma criação original sua. Do mesmo modo agiram com relação ao Plano Real, à Lei de Responsabilidade Fiscal e a tudo o mais que combateram e passaram a usar, como se os tivessem criado. Claro que quem assim age tem que estar mal na roupa, sempre tendo que fazer de conta, já que tem o rabo preso.

Confesso que, até bem pouco tempo atrás, não tinha visto as coisas por esse ângulo, embora me chamasse a atenção o modo como se comportavam os membros do governo Lula.

Guido Mantega, por exemplo, jamais fala como deveria falar um ministro de Estado. Pelo contrário, todo pronunciamento seu é sempre um autoelogio, exaltação à política econômica do governo, às vezes até afirmando, cabotinamente, ser ela superior à de todo e qualquer país do mundo.

Nessa mesma linha foi o lamentável pronunciamento da presidente Dilma, em viagem recente pelo exterior. Sem o devido respeito que um chefe de governo deve ter com os de outros países, criticou-lhes a política econômica e os aconselhou a aprender conosco a governar... Na verdade, mais uma vez jogava para a plateia, visando levar a opinião pública brasileira a orgulhar-se do governo petista, incomparável e único no mundo.

É atitude própria aos "salvadores da pátria" que, em nossa época, após a queda do Muro de Berlim, empurrou parte da esquerda latino-americana -a menos democrática- a uma espécie de neopopulismo que, não por acaso, alcança os limites da enganação. E não poderia ser de outro modo, uma vez que está obrigada a representar uma farsa: fazer-se de anticapitalista quando, na verdade, o favorece; fazer-se de democrática, quando, de fato, não aceita a alternância no poder e abomina a liberdade de imprensa.

Como esse é o espírito do governo petista, todos os seus integrantes dançam ao som da mesma música, obedecendo à batuta do maestro. Exemplo disso foi a posse do novo ministro do Esporte, que substituiu Orlando Silva, demitido por suspeita de corrupção, como atesta o processo aberto contra ele pelo STF. Para surpresa de todos, esse ato se transformou numa exaltação ao ministro demitido, que foi elogiado por Dilma e aplaudido de pé pelos presentes. Uma comédia.

Um fato muito grave atinge o cerne vital desse sistema de poder: a descoberta de um câncer na laringe de Lula. O país inteiro se assustou, é claro. É verdade que hoje muitos tipos de câncer são curáveis; apesar disso, constatar que alguém está com um tumor maligno não é propriamente uma boa notícia.

É o que todo mundo pensa. Não obstante, parece que, no caso de Lula, é diferente. Da equipe médica à presidente Dilma e ao ministro Mantega, todos afirmam sorridentes que Lula está ótimo, alegre, mais bem-disposto do que nunca.

Até hoje, não tinha visto um diagnóstico de câncer ser tão bem recebido. Parece até que Lula acaba de ganhar o grande prêmio da loteria.

sábado, 23 de julho de 2011

Montanhismo no sul de Minas

Essas são as pedras e picos que alcancei com a ajuda de amigos:
1) Pedra Aguda em Itajubá (4 vezes). A primeira vez foi em 2001, depois em 2009, 2010 e 2011 (1650m).
2) Pedra de Santa Rita do Rio Manso (2 vezes e uma tentativa frustrada). A primeira vez foi em 2007, mas não conseguimos encontrar a trilha na mata. Em 2007, com uma equipe de 4 montanhistas, conseguimos alcamçar o topo da pedra. A segunda vez foi alcançada em 2011 (1.900m).
3) Pico dos Marins (1 vez e uma tentativa frustrada). A primeira vez em 2009, ao chegar no riacho que antecede a subida final dos Marins, a neblina encobriu tudo e desistimos. Em 2010 (01/08/10), em um dia azul, alcançamos o topo dos Marins (2142m).
4) Pedra Amarela (4 vezes). A última vez em 2011. 1700m de altitude.
5) Pedra Branca (Pedralva/Conceição das Pedras) 3 vezes. A última vez em 2010.
6) Pedra Riscada (Cristina) 2 vezes em 2011.
Informações serão atualizadas em breve.

domingo, 3 de julho de 2011

Pedra Riscada em Cristina - MG

A Pedra Riscada no município de Cristina tem um visual espetacular das montanhas do Sul de Minas.
http://www.youtube.com/watch?v=5Uq4rHAdMSg

domingo, 19 de junho de 2011

Os pontos mais elevados de Itajubá

Segundo o mapa topográfico de Itajubá do IBGE (Versão 1971) os pontos mais elevados de Itajubá e arredores são:
1) Pedra de Santa Rita do Rio Manso = 1747 m de altitude. 1.989 m (medido pelo GPS).
2) Pedra Aguda = 1547 m.
3) Pedra Amarela = 1457 m.
4) Pedra do Juru (Frade) = 1261
5) Pedra Vermelha = 1151 m.
6) Pedra Preta = 1150 m.

Pico da Bandeira (Maria da Fé) = 1647 m.
Pedrão (Maria da Fé) = 1464 m.

Por medição através do GPS, os pontos mais elevados são:
1) Pedra de Santa Rita do Rio Manso = 1.989 m.
2) Pedra Amarela = 1.757 m.
3) Pedra Aguda = 1.557 m.

Por que os países capitalistas se desenvolvem mais que os socialistas?

Uma coisa que me deixa intrigado é por quê ideologias políticas são perseguidas por tanto tempo, mesmo causando pobreza, sofrimento e até a morte. A despeito das ideologias, é fato que os países ricos são muito mais capitalistas que socialistas. Por quê? Simples, o socialismo não produz o ciclo virtuoso da economia, como ocorre com o capitalismo. E qual é esse ciclo?
Condição básica do capitalismo: existir competição. A competição entre empresas por mercados, em busca do lucro, faz com que internamente se busque reduzir desperdícios e ineficiências produtivas. Ao fazê-lo, a empresa ganha produtividade. Em outras palavras, produz mais com menos matéria-prima, menos energia, menos mão-de-obra. Logo, seu custo de produção se reduz. Acontece que todos os concorrentes buscam essa máxima eficiência produtiva que Taylor chamou de Best Way. Se todos os competidores alcançam o best way, reduzindo seu custo de produção e consequentemente baixando os preços dos produtos no mercado para conquistar clientes do concorrente, o que ocorre com o lucro? Preços mais baixos reduzem a margem de lucro e o empresário é obrigado a inovar para voltar aos lucros extraordinários. Acontece que a busca por inovação depende de desenvolvimento científico, de pesquisa e de mão-de-obra capacitada. Ao buscar isso, o país ganha mais produtividade, passa a ter inovação constante e a destruição criativa de Schumpeter começa a ocorrer, gerando novos empregos. Esses novos empregos exigem pessoas mais capacitadas com maior conhecimento científico e maior nível de escolaridade. Pessoas mais capacitadas ganham melhor e compram mais. Logo, a demanda se eleva e a produção precisa crescer, gerando mais empregos, mais renda e mais investimento empresarial. Exatamente o que produz desenvolvimento econômico. Já o socialismo acredita que o estado pode tudo e que não há necessidade de competição entre empresas. Mas o estado é inerentemente ineficiente e sem competição não há inovação, portanto, o ciclo virtuoso da economia não acontece.
O capitalismo não é perfeito. Se não houver limites impostos pelas instituições (leis), ele pode esgotar os recursos naturais e marginalizar pessoas. Daí entra em cena o verdadeiro papel do estado. Cabe ao estado criar as leis, as regras que limitam a força capitalista e deixam a competição menos desigual. Cabe ao governo criar condições de capacitar pessoas. Se o estado não faz a parte dele, a culpa do fracasso não é do capitalismo e sim do estado. Infelizmente essa lógica capitalista é desconhecida pelas pessoas que ainda se iludem com o fracassado socialismo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ferreira Gullar - Folha SP de 16/01/11

FERREIRA GULLAR
Quando dois e dois são quatro




O tempo se encarregará de pôr as coisas no lugar. O presidente Médici também obteve 82% de aprovação


TALVEZ SEJA esta a última vez que escreva sobre o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil. Com alívio o vi terminar o seu mandato, pois não terei mais que aturá-lo a esbravejar, dia e noite, na televisão, nem que ouvir coisas como esta: "Ele é tão inteligente que fala todas as línguas sem ter aprendido nenhuma". Pois é, pena que não fale tão bem português quanto fala russo.
É verdade que tivemos, ainda, que aturá-lo nos três últimos dias do mandato, quando "inaugurou" obras inexistentes e fez tudo para ofuscar a presidente que chegava.
Depois de passar a faixa, foi para um comício em São Bernardo, onde, até as 23h, continuava berrando no palanque, do qual nunca saíra desde 2002.
Aproveitou as últimas chances para exibir toda a sua pobreza intelectual, dizendo-se feliz por deixar o governo no momento em que os Estados Unidos, a Europa e o Japão estão em crise.
Alguém precisa alertá-lo para o fato de que a crise, naqueles países, atinge, sobretudo, os trabalhadores. Destituído de senso crítico, atribui a si mesmo ("um torneiro mecânico") o mérito de ter evitado que a crise atingisse o Brasil. Sabe que é mentira mas o diz porque confia no que a maioria da população, desinformada, acreditará.
Isso dá para entender, mas e aqueles que, sem viverem do Bolsa Família nem do empréstimo consignado, veem nele um estadista exemplar, que mudou o Brasil? É incontestável que, durante o seu governo, a economia se expandiu e muita gente pobre melhorou de vida. Mas foi apenas porque ele o quis, ou também porque as condições econômicas o permitiram?
Vamos aos fatos: até a criação do Plano Real, a economia brasileira sofria de inflação crônica, que consumia os salários. Qual foi a atitude de Lula ante o Plano Real? Combateu-o ferozmente, afirmando que se tratava de uma medida eleitoreira para durar três meses.
À outra medida, que veio consolidar o equilíbrio de nossa economia, a Lei de Responsabilidade Fiscal, Lula e seu partido se opuseram radicalmente, a ponto de entrarem com uma ação no Supremo para revogá-la. Do mesmo modo, Lula se opôs à política de juros do Banco Central e ao superávit primário, providências que complementaram o combate à inflação e garantiram o equilíbrio econômico. Essas medidas, sim, mudaram o Brasil, preservando o valor do salário e conquistando a confiança internacional.
Lembro-me do tempo em que o preço do pão e do leite subia de três em três dias. Quem tinha grana, aplicava-a no overnight e enriquecia; quem vivia de salário comia menos a cada semana.
Se dependesse de Lula e seu partido, nenhuma daquelas medidas teria sido aplicada, e o Brasil -que ele viria a presidir- seria o da inflação galopante e do desequilíbrio financeiro. Teria, então, achado fácil governar?
Após três tentativas frustradas de eleger-se presidente, abandonou o discurso radical e virou Lulinha paz e amor. Ao deixar o governo, com mais de 80% de aprovação, afirmou que "é fácil governar o Brasil, basta fazer o óbvio". Claro, quem encontra a comida pronta e a mesa posta, é só sentar-se e comer o almoço que os outros prepararam.
A verdade é que Lula não introduziu nenhuma reforma na estrutura econômica e social do país, mas teve o bom senso de dar prosseguimento ao que os governos anteriores implantaram. A melhoria da sociedade é um processo longo, nenhum governo faz tudo. Inteligente, mas avesso aos estudos, valeu-se de sua sagacidade, já que é impossível conhecer a fundo os problemas de um país sem ler um livro; quem os conhece apenas por ouvir dizer não pode governar.
Por isso acho que quem governou foi sua equipe técnica, não ele, que raramente parava em Brasília. Atuou como líder político, não como governante, e, se Dilma fizer certas mudanças, pouco lhe importará, pois nem sabe ao certo do que se trata. Para fugir a perguntas embaraçosas, jamais deu uma entrevista coletiva. Afinal, ninguém, honestamente, acredita que com programas assistencialistas e aumento do salário mínimo se muda o Brasil.
O tempo se encarregará de pôr as coisas em seu devido lugar. O presidente Emílio Garrastazu Médici também obteve, em 1974, 82% de aprovação.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Irresponsabilidade de um governo

O governo Lula que se encerrou há uma semana pode até ter produzido alguns bons resultados econômicos-sociais (que pode ser atribuído mais a estabilidade alcançada pelo governo anterior do que propriamente à Lula), mas foi uma catástrofe em termos morais e no que diz respeito ao futuro.
Trata-se de um governo que não tem nenhum respeito pelas Instituições. Como diz o norte-americano Doglass North "não existe país verdadeiramente forte e sólido" com Instituições fracas.
Poder-se-ia enumerar as diversas vezes que o governo Lula fez pouco caso das Instituições: escândalo do mensalão, escândalo dos dossiês (2006 e 2010), Enem, Caseiro, ataque à imprensa, aliança com Venezuela, Irã e Cuba, caso Césare Batisti e para fechar com chave de ouro a emissão de Passaportes diplomáticos aos filhos e netos.
Economicamente falando, o Brasil está com uma inflação elevada em 2010/2011 grande parte devido à irresponsabilidade dos gastos governamentais desenfreados. O receituário básico da economia é elevar juros para deter o aumento da inflação. Lula se recusou a todo custo elevar a taxa de juros, afinal, precisava manter a popularidade em alta para ganhar a eleição. Por outro lado, as exportações de produtos manufaturados brasileiras perdem espaço dia após dia devido à falta de competitividade de nossa economia. Isso significa que perdemos empregos e produção de maior valor agregado por termos uma carga tributária escorchante (consequência dos gastos desenfreados), burocracia absurda, infraestrutura precária (estradas, aeroportos que Lula insistiu mantê-los estatal, ao contrário do resto do mundo moderno, banda larga, etc.), falta de capacitação da mão-de-obra, etc.
Enfim, apesar da aparência de país grande e importante, Lula conseguiu manter o Brasil mais próximo do atraso do que nunca. Voltamos a ser exportadores de produtos primários. Nossa educação é um caos. Nossos aeroportos e portos atrasados. Nossas estradas estão em buracos. Quem é amigo do rei pode ter Passaporte especial, para os TOLOS (Brasil um país de tolos) é preciso enfrentar filas e pagar taxas e mais taxas.