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Isaías 9.6.

Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

domingo, 6 de maio de 2012

Pedra da Boa Vista em Piranguçu-MG


Hoje, dia 06/05/2012, subi a Pedra da Boa Vista (corrigindo a informação de que se tratava da Pedra da Chita) com os amigos Jeremias, Dênis Leonardo e Giordano (alunos da FAI). Infelizmente, o amigo Adalto não pôde ir. A Pedra da Boa Vista é um dos ponto mais elevado do município de Piranguçu, no extremo Sul de Minas. Essa Pedra está quase na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo, com 1800 m de altitude. A subida é extremamente complexa. Em muitos trechos as trilhas desaparecem e é preciso abrir caminho em meio ao mato muito alto. São quase 3:30h de subida e quase 2h de descida. Entretanto, o visual é fantástico. De lá se avistam a Pedra da Chita (ponto mais elevado da município de Piranguçu-MG, na divisa com o estado de São Paulo), Pedra do Baú (Campos do Jordão/São Bento do Sapucaí), Pedra Aguda (Itajubá), Pico dos Marins (Piquete/Marmelópolis), Itaguaré (Passa Quatro), Pedra Branca e Pedrão (Pedralva), Pico dos Dias (Brazópolis) e um mar de montanhas do Sul de Minas. A subida não é recomendada para principiantes ou para quem não fez antes uma avaliação médica.

terça-feira, 1 de maio de 2012

DIA DO TRABALHO: comemorar o quê?

DIA DO TRABALHO... deveria ser DIA DOS TROUXAS que acordam cedo e trabalham das 7h às 17h, têm um DIA descontado de salário (CONTRIBUIÇÃO SINDICAL) e não têm ABSOLUTAMENTE nada em troca. A FOLHA de SP de domingo (29/04/12) afirma que em 2012 foram arrecadados R$ 150 milhões de contribuição sindical distribuídos pelo governo aos sindicatos, que não precisam prestar contas de onde gastam essa fortuna. NA VERDADE retribuem esse "favor" ao governo fazendo politicagem que garante votos ao governo. JÁ IMAGINOU QUANTAS SALAS DE AULAS, QUANTOS LIVROS COMPRADOS, QUANTO PROFESSORES DE ENSINO BÁSICO poderiam ser pagos com esse dinheiro esbanjado pelos sindicatos???
ENQUANTO O POVO BRASILEIRO for pouco informado, pouco estudado e apático em relação a política, A POLITICALHA VAI DEITAR E ROLAR COM O DINHEIRO DO TRABALHADOR...

domingo, 8 de abril de 2012

Futuro do Brasil


FERREIRA GULLAR
E o real cobra seu preço
A saída é cortar os gastos supérfluos com a máquina estatal e desonerar de taxas o custo da produção
Informações recentes parecem indicar que a economia brasileira caminha inexoravelmente para uma situação crítica, de difícil solução. A se efetivar tal previsão, dela resultaria uma crise política que poria em questão a hegemonia lulista sobre o sistema de poder.
A título de especulação, vamos tentar avaliar a natureza dessa crise futura e suas consequências. Mas, para isso, será necessário examinar o processo político e econômico que ajudou a criar a situação crítica a que se referem economistas e analistas da matéria.
Ninguém põe em dúvida o fato de que os governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso introduziram mudanças importantes no processo econômico brasileiro, criando condições para um crescimento saudável e sustentado.
Graças a essas medidas, o Brasil se livrou da inflação crônica que inviabilizava o crescimento da produção e consumia o valor dos salários. Aquelas foram medidas necessárias, mas não suficientes.
Lula assumiu a Presidência da República em 2003 e, muito embora tenha combatido todas aquelas medidas, resolveu adotá-las e usá-las como um modo de consolidar seu prestígio político e ampliá-lo. Graças a isso, pôde eleger Dilma Rousseff sua sucessora e, com isso, estender para diante seu projeto político.
A verdade, porém, é que, como não tinha um programa de governo nem muito menos um projeto estratégico para o país, valeu-se da estabilidade econômica e do momento propício do crescimento mundial para ampliar seus programas assistencialistas e propiciar aumentos salariais que beneficiaram amplas camadas da população mais pobre.
O crescimento do mercado interno, entre outros fatores, permitiu que o país passasse relativamente ileso pela crise que atingiu a economia mundial a partir de 2008.
Noutras palavras, desde que o petismo assumiu o governo, nenhuma medida foi tomada para atender às novas condições criadas pelo próprio crescimento da economia. De fato, o que se fez foi onerar os setores produtivos, ampliar a máquina estatal e aumentar as despesas públicas. O número de ministros subiu de 27 para 39 -ou 40, já nem sei- e, com eles, o número de funcionários concursados e não concursados. Seguindo o exemplo do Executivo, a Câmara, o Senado e o Judiciário criaram novos encargos para o Tesouro, aumentando o deficit público. Naturalmente, todas essas medidas -que ampliaram o consumo e mantiveram o crescimento da economia- deixam a população otimista, disposta a gastar, ainda que se endividando a cada dia.
E tudo isso, sem que se pague salário justo a professores e médicos, que desempenham papel vital para a sociedade. Mas essa gastança aproxima-se do fim, porque ou se põe termo a ela, ou o país caminhará para o impasse.
As mais recentes informações, colhidas nos institutos de pesquisa, compõem um quadro preocupante, a começar pelo índice de crescimento da economia que, no último ano, ficou em apenas 2,7%, abaixo de quase todos os país da região, exceto Guatemala e El Salvador.
Esse dado poderia ser visto como um fato conjuntural, não fossem outros, igualmente preocupantes, como o índice de investimento, que ficou em 19% do PIB, contra o índice de 23% da região, enquanto a produtividade do trabalhador brasileiro ocupa o 15º lugar na América Latina. Por outro lado, nossa produção industrial perde competitividade, devido à desvalorização do dólar, mas também aos encargos que oneram a folha de pagamento.
Noutras palavras, o país chega ao limite de seus gastos, quando a solução para o impasse seria investir na infraestrutura (portos, estradas de ferro, rodovias) e na formação de profissionais de alto nível técnico.
A saída é cortar os gastos supérfluos com a máquina estatal e desonerar de impostos e taxas o custo da produção. Mas, para isso, teria que contrariar os interesses dos partidos da base aliada e o poder das centrais sindicais, aliados do governo. Dilma teria que topar essa briga.
Se esse diagnóstico está correto, a lua de mel lulista com o poder parece aproximar-se do fim. Podem até ganhar as eleições deste ano e as de 2014. Não sei. O certo é que, cedo ou tarde, a realidade cobra seu preço.

Desindustrialização


ROBSON BRAGA DE ANDRADE
Sucatear a indústria é voltar ao século 19
Os manufaturados nacionais perdem os mercados interno e externo; desse jeito, teremos de volta o Brasil onde se importava tudo, gerando renda no exterior
Alguns momentos na história são determinantes. Neles, os países decidem que rumo querem tomar. O Brasil passa por um desses períodos.
À frente, existem duas opções. A primeira, que pressupõe o fortalecimento da indústria nacional, é virtuosa. Ela leva ao desenvolvimento e a todos os seus benefícios.
O segundo caminho, o do sucateamento industrial, é doloroso. Resultado das péssimas condições de competitividade a que as empresas estão submetidas, suas consequências são o atraso econômico e social.
A indústria de transformação, que exclui segmentos como a extração mineral e a construção, já foi responsável por 36% do Produto Interno Bruto (PIB) na década de 1980.
Essa participação cai de forma mais ou menos contínua desde o início dos anos 1990, chegando a 14,6% no ano passado, o menor nível desde 1956. Na Coreia do Sul e na China, dois dos nossos maiores concorrentes, a indústria corresponde a não menos do que 27,5% do PIB e a 29,6%, respectivamente.
Os manufaturados nacionais perdem espaço tanto internamente como no mercado externo. Entre 2002 e 2011, sua parcela na pauta de exportações caiu de 54,7% para 36,7%.
A balança comercial da manufatura passou a acumular deficits, com as importações ganhando terreno sobre as exportações. Esse rombo foi de US$ 92,46 bilhões e pode superar US$ 94 bilhões em 2012.
Em segmentos como têxteis, autopeças, eletroeletrônicos e bens de capital, a situação é dramática.
Eles sofrem com a enxurrada de importados, estimulada por um real supervalorizado. Impulsionados por mão de obra barata e câmbio artificialmente desvalorizado, os produtos chineses invadiram o mercado interno. Com importações maciças, o Brasil cria emprego e gera renda lá fora.
Um país como o Brasil não pode prescindir de uma indústria forte e competitiva para gerar empregos de boa qualidade e em grande quantidade. Só a indústria tem o poder de irradiar a prosperidade em larga escala, estimulando as vendas de outros setores, nas extensas cadeias de produção.
Sempre que a economia brasileira cresceu a taxas elevadas, nos anos 1970 ou em 2010, foi puxada pela atividade fabril. Não existe país rico sem indústria forte.
Medidas recentes, como a taxação do capital especulativo e o aumento de impostos para automóveis de montadoras que não fabricam no país, vão na direção correta. Mas o ritmo é lento. O câmbio valorizado está matando a competitividade dos produtos brasileiros.
É preciso tomar ações enérgicas para reverter o cenário. O governo deve adotar um controle de capitais rígido, com quarentena de pelo menos seis meses para aplicações de curto prazo, taxação sobre seus ganhos ou a instituição de um pedágio.
É preciso também atacar logo as causas estruturais da falta de competitividade. O sistema tributário torna a vida do empresário um inferno, onera investimentos e exportações, enquanto estimula importações, em um contrassenso difícil de explicar.
O custo dos investimentos ainda é um dos maiores do mundo. A burocracia impõe encargos desnecessários. Deficiências de infraestrutura e de logística encarecem os produtos.
O fato de os industriais brasileiros insistirem em produzir em um ambiente tão hostil só pode ser creditado à sua tenacidade.
O governo precisa dar passos mais decisivos para retirar os entraves à competitividade. Com urgência. Mantido o quadro atual, acabaremos voltando ao século 19, onde se importava tudo. Não podemos voltar a ser reféns dos humores internacionais, sob pena de perdermos boa parte de nossa soberania.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Tentativa de subir a Pedra da Chita em Piranguçu-MG

Hoje, 06/04/12, eu e os amigos Adalto, Dênis e Giordano tentamos chegar ao topo da Pedra da Chita em Piranguçu, mas infelizmente não conseguimos. Na verdade, ao começar a subir a trilha entre o bananal chegamos em um curral. Dali deveríamos seguir à direita, mas acabamos indo pela esquerda deslumbrados com a laje de pedra logo acima que parecia ser relativamente fácil de subir. O problema é que embrenhamos na mata fechada e devido à dificuldade, acabamos por desistir. Mas não tem nada não. Da próxima vez, já sabemos o caminho.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Serra dos Vieiras em Piranguçu

Nesse mês de fevereiro (04/02/12), mesmo com esse calor, conheci um lugar espetacular. Junto com meu amigo Adalto fomos subir a serra dos Vieiras em Piranguçu-MG. Mesmo sem conhecer o caminho, pegamos a estrada para o bairro rural Pedra Branca e fomos subindo. Depois de uma hora de caminhada serra acima, chegamos no topo. A estrada rural leva ao outro lado da serra no bairro dos Borges (no vale do Rio Sapucaí). Para atravessar a serra de carro, só se for 4x4. De moto, só se for moto de trilha. Mas o bom mesmo é subir a pé. No alto da serra, a visão é espetacular. De um lado as montanhas de Campos do Jordão (dá pra ver até algumas casas), do outro as montanhas e as cidades de Itajubá e Piranguçu. Com binóculo é possível avistar Pouso Alegre e Santa Rita do Sapucaí. Avistam-se o Pico dos Marins (Marmelópolis), a Pedra Aguda (Itajubá), o Pedrão e a Pedra Branca (Pedralva), o Pico dos Dias (Brazópolis) e o Vale do Rio Sapucaí, espetacularmente bonito.
Quem ama montanhas não pode deixar de visitar esse lugar.